A plataforma Meta rejeitou o pedido da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), por meio do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, de criação de um canal direto para receber e acompanhar casos urgentes de assédios e ameaças contra jornalistas nas redes sociais.
O pedido, que incluía os casos de ataques digitais, bloqueios e suspensões de contas, tinha como objetivo implementar uma via emergencial para resguardar o livre exercício da liberdade de imprensa.
Em resposta divulgada na terça-feira (20), a Meta afirma que a criação de ferramenta exclusiva envolve complexidade técnica, jurídica e operacional e poderia acarretar novas obrigações regulatórias. De acordo com a Meta, as diretrizes são aplicadas de forma isonômica entre os usuários e os canais gerais já atendem às demandas. Para o período eleitoral, a empresa indicou a cooperação mantida com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

