No artigo “TV aberta: base da comunicação, da economia e da democracia”, publicado pelo Propmark na segunda-feira (2), a CEO da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), Sandra Martinelli, faz uma ampla análise da TV aberta e afirma que fortalecer o meio “é fortalecer todo o ecossistema da comunicação”. De acordo com a executiva, para o mercado anunciante, a TV aberta continua sendo um ativo estratégico.
“Ela oferece alcance rápido, ambiente seguro, credibilidade editorial e capacidade comprovada de construção de marcas no médio e longo prazo, além de potencializar campanhas digitais em estratégias integradas e omnichannel”, destaca.
Ao citar dados do estudo Inside Video 2025, da Kantar IBOPE Media, Martinelli ressalta que o brasileiro não substituiu a TV com a chegada das plataformas digitais, mas passou a combinar meios.
“Streaming, redes sociais e TV aberta coexistem, mas a TV segue central quando o assunto é jornalismo, esporte e entretenimento de grande relevância social. Poucos meios conseguem combinar escala, capilaridade, gratuidade e confiança como a TV aberta”.
Destaca ainda o papel estratégico da TV aberta para a sociedade, o mercado e a democracia e conclui que em um mundo de múltiplas plataformas, a TV aberta segue sendo a base presente e parte fundamental do futuro.
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