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    Até a próxima segunda-feira (25), a cidade de Beijing (China) recebe mais de 100 associações de imprensa de 52 países de todo o mundo.

    A segunda edição do fórum de organizações de jornalistas “Belt and Road 2018” (Cinturão e Rota, na tradução livres), teve início na quarta-feira (20) e tem como princípio incentivar o crescimento e a cooperação da “Rota da Seda”, que ligava os antigos impérios da China e de Roma, mas de 200 anos antes de Cristo, e que tem como objetivo intensificar a paz, a cooperação, a aprendizagem e a inclusão.

    A ABERT, única representante brasileira no encontro, foi convidada pela Associação Nacional de Jornalistas da China, que promoveu o fórum.

    De acordo com o presidente Zhang Yannong, “esta é uma nova oportunidade de intercâmbio de experiências e estamos dispostos a trabalhar para ampliar essa cooperação entre os participantes”.

    Durante o fórum, a diretora de Comunicação da ABERT, Teresa Azevedo, participou da mesa de debates das associações de jornalistas das nações que integram o BRICS (grupo formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, considerados países em desenvolvimento).

    O incentivo à cooperação e intercâmbio entre os meios de comunicação recebeu o apoio dos participantes, que reconheceram que o respeito às diferenças de cada país resultará num maior desenvolvimento.

    Segundo o ministro de Relações Exteriores da China, Liu Yutong, há 6 anos, o programa de intercâmbio do governo chinês tem selecionado jornalistas latino-americanos para uma experiência de seis meses no país.

    “Atualmente, estamos com dois jornalistas brasileiros morando na China e a presença do Brasil tem sido constante nessa seleção,” garantiu ele.

    Também a diretora do Economic Daily, Fan Jiang, afirmou que o jornal conta com correspondentes na Rússia e na África do Sul e que o Brasil está nos planos de curto prazo para o envio de jornalistas que cobrirão diferentes áreas.

    Os participantes visitaram ainda a redação do People’s Daily, agência de notícias estatal da China, e a empresa Leyart, especializada em tecnologia.

    Em julho, uma delegação chinesa visitará o Brasil e terá encontro com o presidente da ABERT, Paulo Tonet Camargo, para dar andamento à proposta de cooperação entre os países.

    Na quinta-feira (21), o STF retomou o julgamento da ADI nº 4451. A ação foi ajuizada pela ABERT e pedia para o Supremo Tribunal Federal declarar inconstitucional os artigos da Lei Eleitoral que proibiam a veiculação de sátiras, charges e programas humorísticos envolvendo questões ou personagens políticos, durante os três meses anteriores ao pleito eleitoral, e também de manifestar opinião favorável ou contrária a candidato ou partido.

    O 13º Congresso da Associação Brasileirade Jornalismo Investigativo (Abraji), que acontece de 28 a 30 de junho, em São Paulo (SP), terá 70 opções de palestras, painéis e cursos práticos. Os participantes poderão montar a própria programação, de acordo com os temas de seu interesse.

    Entre os assuntos abordados estão as técnicas de reportagem, novas iniciativas jornalísticas, além do combate às notícias falsas, pauta constante da imprensa brasileira e internacional.

    Palestrantes dos Estados Unidos, Venezuela, Peru e Inglaterra já confirmaram presença. Entre eles estão Stephen Engelberg, editor-chefeda ProPublica (EUA); Joseph Poliszuk, chefe de redação do Armando.info (Venezuela); Jason Reifler, professor especialista em checagem de fatos da Universidade de Exeter (Reino Unido) e a jornalista de dados Milagros Salazar, diretora do Convoca (Peru).

    Um spot foi disponibilizado para as emissorasque quiserem ajudar a divulgar o evento (clique aqui para baixar). O congresso será no campus Vila Olímpia da Universidade Anhembi Morumbi. Para mais informações, acesse o site http://congresso.abraji.org.br/

    Em pouco mais de duas semanas começa o 17º Congresso Catarinense de Rádio e TV, entre 2 e 4 de julho, em Balneário Camboriú (SC). Os profissionais já confirmados participarão depalestras e workshops voltados para a capacitação dos participantes nos temas abordados.

    Os brasileiros vão comprar mais televisões na Copa do Mundo. Estudo divulgado pelo Google mostra que a procura por TVs com conexão com a internet, aplicativos de streaming e redes sociais aumentou 17 vezes desde o mundial de futebol de 2014.

    Em 2018, a palavra mais requisitada será “smart TV”, e o principal motivo é a popularização dos smartphone se a ampliação da conectividade entre os dispositivos.

    “Ter tudo conectado se tornou essencial para os brasileiros, aos fabricantes resta incluir a tecnologia nos aparelhos, dos mais caros aos mais baratos”, afirma o engenheiro do Google Brasil, Diego Venturelli.

    O Full HD será responsável por 70% das vendas deste ano. Porém, ter um televisor 4K não significa assistirem 4K, já que poucas emissoras brasileiras vão transmitir com essa qualidade.

    Apesar do aumento da busca por uma resolução mais alta, 41% dos entrevistados que querem o recurso não sabem o que ele significa.

    *Com informações do portal Veja

    Durante dois dias, os radiodifusores, engenheiros e profissionais de rádio e TV da região Sul do Brasil estiveram reunidos no SET SUL, em Porto Alegre (RS), para discutir temas como inteligência artificial, regulação do setor e desafios da TV e do rádio do futuro.

    O diretor geral da ABERT, Cristiano Lobato Flores, participou da cerimônia de abertura e fo ipalestrante do painel “Desligamento do sinal analógico de TV e agenda regulatória”, ao lado de representantes da ANATEL, Seja Digital e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). “Estamos na metade de 2018 e os principais centros urbanos do país já concluíram o desligamentodo sinal analógico. Até o momento, o processo foi um sucesso. Ainda nos resta o desafio de algumas cidades que vão encerrar as transmissões analógicas de TV até o fim deste ano. O setor de radiodifusão segue unido para proporcionar o melhor da TV aberta, com alta qualidade de som e imagem”, afirmou Flores.

    O diretor de Rádio da ABERT, André Cintra, também marcou presença no evento. Ele atualizou os radiodifusores sobre o processo de migração do rádio AM para FM no painel “O momento do rádio e seu futuro”.

    “Com toda essa mudança, o rádio que não migrar perde seu espaço, porque manter um transmissor AM é muito caro e o rádio embarcado – nos carros – já não tem AM. Então o rádio que não migrar, vai sumir”, ressaltou Cintra.

    Do total de 1.781 emissoras de rádio AM existentesno Brasil, 1.621 pediram a mudança para o FM. Há 1.156 canais disponíveis, sema necessidade de extensão da faixa. Cerca de 650 emissoras já migraram. Com melhor qualidade de áudio e de transmissão, as rádios conseguem garantir presença no celular, melhorando audiência e faturamento.

    A Rádio Vale FM 107.3, de José Bonifácio (SP), é uma associada da ABERT que aproveita todos os benefícios oferecidos. De acordo com o diretor Rogério Ingracia Victar, a emissora contabiliza economias mensais com as informações técnicas da ABERT sobre o processo de migração AM/FM e com as soluções apresentadas pelos projetos MobiAbert e de streaming gratuito.

    A Rádio Vale FM 107.3, de José Bonifácio (SP), é uma associada da ABERT que aproveita todos os benefícios oferecidos. De acordo com o diretor Rogério Ingracia Victar, a emissora contabiliza economias mensais com as informações técnicas da ABERT sobre o processo de migração AM/FM e com as soluções apresentadas pelos projetos MobiAbert e de streaming gratuito.

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