Notícias

    “É muito gratificante levar aos nossos associados e ao universo da radiodifusão notícias de qualidade e relevância, com foco nos temas que interessam ao rádio e à TV brasileiros. Como a comunicação é fundamental em nosso setor, este é mais um serviço que a ABERT presta à radiodifusão do Brasil, com compromisso e responsabilidade.”

    Flávio Lara Resende
    Presidente da ABERT

     

    “Nesse momento histórico, em nome da ACERT, apresentamos nossas congratulações à ABERT e à equipe de Comunicação por este importante serviço prestado aos radiodifusores brasileiros.”

    Carmen Lúcia Dummar Azulai
    Presidente da ACERT

     

    "O boletim da ABERT tem duas funções: primeiro, ele informa, pode parecer óbvio, mas ele informa e muito bem, inclusive traz um nível de informação para a radiodifusão único, possibilitando o acesso de todas as emissoras, nos diversos temas abordados. Portanto, ele é excepcional! E o segundo ponto de destaque é que o boletim da ABERT é de grande utilidade e nos mantém juntos, agregando todas as Associações Estaduais e cada radiodifusor do Brasil."

    José Antonio do Nascimento Brito

    Presidente da AERJ

     

    "O Boletim desempenha papel crucial como canal de comunicação direto com os radiodifusores associados à ABERT, colocando todos no mesmo patamar de atualização com relação aos temas de interesse do setor, iniciativas e projetos da Associação. É uma forma ágil, direta e periódica de se fazer presente, oferecer conteúdo diverso e, de certa forma, prestar contas das ações e comunicar os avanços de cada pauta aos mantenedores, razão da existência da Associação e de todas as regionais".

    Michel Micheleto
    Presidente da AERP

     

    “O Informativo Semanal da ABERT é um relevante instrumento de divulgação do trabalho da ABERT e das Associações Estaduais em favor da radiodifusão. Chegar à edição de nº 500 é motivo de orgulho para todos os associados. Através dele recebemos informações atualizadas fundamentais para o nosso segmento nas áreas governamentais, da regulamentação e de ações desenvolvidas nos Estados.”

    Roberto Cervo Melão
    Presidente da AGERT e Vice-presidente da ABERT

     

    “A ABERT, que há mais de 58 anos vêm trabalhando pelo rádio e pela televisão no Brasil, consegue difundir seus feitos e todos os movimentos do setor através do seu Boletim Semanal. Parabéns pela edição número 500 deste importante canal, uma fonte de informações claras e pontuais da radiodifusão brasileira.”

    Rodrigo Neves
    Presidente da AESP

     

    “O Boletim da ABERT é uma eficiente ferramenta de comunicação da entidade com o mercado, sempre com informações relevantes da radiodifusão brasileira. Importante também para as associações estaduais que contam com este espaço de divulgação de suas ações, resultado da parceria entre as entidades. Parabéns pela marca de 500 edições”.

    Silvano Silva
    Presidente da ACAERT

    Lançado em 22 de julho de 2011, o informativo semanal produzido pela ABERT alcança, nesta sexta-feira (5), a marca de 500 edições.

    Com um novo nome – ABERT Notícias, o boletim continuará mantendo sua principal característica: levar informações sobre o universo das emissoras de rádio e TV aos associados, de forma direta e atrativa.

    As notícias da radiodifusão selecionadas pela equipe da ABERT sobre o que foi destaque ao longo da semana e também as novidades previstas para acontecer, continuarão a chegar, de forma digital, às caixas de entrada, redes sociais e aplicativos de mensagem, regularmente, todas as sextas-feiras.

    Nesta primeira década de existência, o informativo passou por algumas mudanças, acompanhando sempre as novidades tecnológicas, com textos mais enxutos, links que dão acesso ao material divulgado, imagens e vídeos que podem ser baixados e reproduzidos durante a leitura, num layout mais simples e funcional.

    O objetivo é facilitar a leitura e despertar o interesse do público, que pode participar da publicação, enviando sugestões de pauta para Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

    “É muito gratificante levar aos nossos associados e ao universo da radiodifusão notícias de qualidade e relevância, com foco nos temas que interessam ao rádio e à TV brasileiros. Como a comunicação é fundamental em nosso setor, este é mais um serviço que a ABERT presta à radiodifusão do Brasil, com compromisso e responsabilidade”, afirma o presidente da ABERT, Flávio Lara Resende.

     

     

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    A Associação de Emissoras de Radiodifusão do Paraná (AERP) lançou a campanha #VacinaProtege, que lembra a importância da credibilidade e o alcance do rádio nas ações de imunização, salvando vidas e, consequentemente, estimulando a retomada econômica.

    Composta por depoimentos em áudio de oito autoridades, com duração aproximada de um minuto, além de artes para redes sociais, a campanha pode ser veiculada de forma gratuita pelas emissoras interessadas.

    “É hora de valorizar a capacidade de nosso povo e de nossas entidades e organizações civis e públicas. E ajudar com o que fazemos de melhor: utilidade pública, com atualidade e relevância por meio da comunicação”, afirma a AERP.

    A iniciativa conta com o apoio de parlamentares, empresários, comerciantes e entidades de pesquisa.

    Para acessar o conteúdo, clique AQUI

    *Com informações da AERP

     

     

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    O consórcio de veículos de imprensa responsável pela apuração de dados referentes ao novo coronavírus lançou, na sexta-feira (29), a campanha “Vacina Sim”. Diante da volta do crescimento no número de casos de COVID-19, o grupo formado pela TV Globo, G1, GloboNews, O GLOBO, Extra, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e UOL decidiu fornecer informações verificadas sobre a doença e dar visibilidade à importância da vacina na imunização de milhões de brasileiros.

    “Nos unimos para garantir que haveria números confiáveis sobre a pandemia e, agora, estamos juntos mais uma vez para vencer a desinformação e mostrar que a vacina é a única alternativa possível", afirma o diretor de conteúdo do UOL, Murilo Garavello.

    “Não há saída para a pandemia fora da vacina. Mais uma vez, cabe ao jornalismo profissional divulgar esta informação vital”, ressalta o diretor de redação do jornal Folha de S.Paulo, Sergio Dávila.

    “Como superar a pandemia sem saber aonde o vírus está chegando, com que força e alcance? O jornalismo profissional preencheu esta lacuna. A campanha de estímulo à vacinação inaugurada agora é um segundo passo natural para o consórcio. Veículos que concorrem entre si unidos para o bem coletivo. Motivar os brasileiros a buscarem a vacina”, explica Ricardo Villela, diretor de Jornalismo da Globo.

    “Além de ser um passo crucial na contenção da Covid, a campanha é um basta às fake news, ao negacionismo, ao obscurantismo, e valoriza a informação, a ciência e a cidadania”, destaca o diretor de Jornalismo do Grupo Estado, João Caminoto.

     

     

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    Três iniciativas ligadas ao jornalismo foram incluídas na lista de indicadas ao Nobel da Paz, na terça-feira (2). Recentemente, a Rede Internacional de Checagem de Fatos (IFCN) já havia sido anunciada como concorrente ao prêmio, pelo trabalho contra a desinformação na pandemia.

    O Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ), composto por 400 jornalistas de 88 países, foi indicado por parlamentares da Noruega, em vista da luta contra a corrupção e em favor da transparência no sistema financeiro internacional. O líder trabalhista do Congresso norueguês, Jonas Gahr Støre, indicou ainda a ONG Repórteres sem Fronteiras e o Comitê de Proteção a Jornalistas (CPJ).

    “A Repórteres sem Fronteiras e o Comitê de Proteção a Jornalistas são as duas principais organizações do mundo na promoção da liberdade de imprensa e na proteção dos jornalistas. Um prêmio Nobel para essas entidades será o reconhecimento ao importante trabalho que elas realizam, além de reconhecer o trabalho de milhares de jornalistas que trabalham sob ameaças”

    Por fim, Støre apontou o trabalho da jornalista filipina Maria Ressa, criadora do site de notícias Rapler e crítica do governo do presidente de seu país, Rodrigo Duterte. Ressa é alvo de perseguição judicial e pode ser condenada a décadas na prisão.

    A cerimônia de anúncio do vencedor será realizada no dia 10 de dezembro.

     

     

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    Chuvas intensas, deslizamentos, enchentes, acidentes naturais imprevistos. Situações adversas como essas acontecem em todos os lugares e demandam resposta rápida para atenuar os efeitos negativos na vida da comunidade. Também em momentos extremos, o rádio é o principal aliado na comunicação, fazendo a notícia verificada circular de forma instantânea.

    Mesmo sem os sinais de telefonia e internet, com o chip FM ativado no celular, o ouvinte poderá acompanhar todas as informações e de forma gratuita.

    Assegurar que todos os aparelhos celulares produzidos e comercializados no país tenham o dispositivo pronto para uso, sem qualquer custo extra aos consumidores, é uma das prioridades da ABERT. Disponível na maioria dos telefones móveis, a ferramenta nem sempre chega ativada às mãos do consumidor. Defendida pelo setor de radiodifusão, a medida recebeu o apoio do ministro das Comunicações, Fábio Faria, que atua junto ao Executivo para garantir a obrigatoriedade do dispositivo desbloqueado.

    Um exemplo de comunicação sem barreiras ocorre sempre em Santa Catarina. Em 2011, por exemplo, fortes chuvas fizeram o rio Itajaí-Açu transbordar, deixando moradores da região ilhados e sem comunicação. Apenas as antenas de rádio funcionavam e, para auxiliar no socorro, duas emissoras se revezaram no ar por 40 horas ininterruptas, prestando serviços de utilidade pública.

    “Ao defender a ativação do chip, estamos lutando para reforçar a escolha democrática do consumidor. Moramos nos municípios, não nos estados e países. Congestionamentos e tempestades afetam a vida dos moradores e precisam ser noticiados sem restrições. As emissoras também falam a linguagem local e ajudam a integrar a comunidade”, destaca o presidente da Associação Mineira de Rádio e Televisão (AMIRT), Luciano Pimenta.

    Em 2019, um edifício residencial desabou em Fortaleza (CE) e o assunto, imediatamente, ganhou protagonismo nas emissoras locais. Atualizações constantes sobre o resgate de vítimas, alterações no trânsito e ações humanitárias para colaborar com o salvamento começaram a ser repassadas quase simultaneamente aos acontecimentos. Como consequência, foram doadas toneladas de donativos, postos de atendimento foram montados e voluntários chegaram para ajudar nas operações de emergência.

    Presidente da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (AESP), Rodrigo Neves reforça que, diante de qualquer intempérie atmosférica, outros meios de comunicação podem colapsar, por problemas no sinal. “O rádio faz parte da lista de serviços essenciais e atua intensamente em campanhas de doação de sangue e de agasalhos, por exemplo. Com a implementação do chip FM em todos os aparelhos, é possível prestar serviço sem interrupção quando as pessoas mais precisam”, defende.

     

     

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    A liberação de canais para emissoras AM que ainda não fizeram a migração para o FM está na pauta da Secretaria de Radiodifusão (SERAD) do Ministério das Comunicações (MCom) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que estão atuando para viabilizar a inclusão de mais canais dentro da faixa convencional do FM.

    Por sugestão da ABERT, foi criado um grupo de trabalho (GT) com a participação do setor de radiodifusão para dar maior celeridade aos estudos técnicos e buscar alternativas para as emissoras que ficaram sem a canalização na faixa de 88 a 108 MHz.

    As reuniões para avaliar os estudos apresentados pela ABERT, juntamente com as associações estaduais, tiveram início em 29 de janeiro e, durante o mês de fevereiro, serão realizadas semanalmente, às sextas-feiras.

    Segundo o diretor de Rádio da ABERT, André Cintra, coordenador dos estudos de migração no país e representante do setor de radiodifusão no grupo, a Consulta Pública nº 70 da Anatel propôs a utilização de 323 canais no chamado dial estendido (eFM), mas a ABERT e as associações estaduais reivindicaram a realização de mais estudos para encontrar o maior número possível de canais viáveis na faixa convencional.

    “Pelos novos levantamentos, existe a possibilidade de se encontrar mais de 100 canais na faixa convencional. Neste momento, no GT, estamos finalizando os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que poderão ser migrados para esta faixa”, afirma Cintra.

    Já os estudos propostos pela ABERT e associações dos estados de Goiás, Minas Gerais, Paraná e São Paulo foram encaminhados para conhecimento da Anatel e MCom e poderão ser analisados pelo GT nas próximas reuniões.

    O presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, avalia que a formação do GT é fundamental para uma finalização mais rápida do processo de migração do rádio AM.

    “O grupo técnico é uma demanda antiga do setor e essencial para dar maior agilidade na coordenação de decisões que possibilitem a inclusão de mais rádios na faixa convencional de FM. Mais uma vez, o MCom e a Anatel reconhecem a importância do rádio, em benefício das centenas de emissoras que aguardam a possibilidade de melhoria na qualidade do seu serviço”, afirma Lara Resende.

    Migração AM/FM

    O processo de migração AM/FM teve início em novembro de 2013, quando do total de 1.781 outorgas, 1.680 emissoras de rádio AM solicitaram a mudança para o FM. No decorrer de todo o processo, 1.263 canais (75%) já foram incluídos no plano básico.

     

     

     

     

    Está marcada para a próxima segunda-feira (1º), a reunião do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para deliberar sobre o edital que prevê o leilão das faixas de espectro que serão usadas para a tecnologia 5G no Brasil.

    A ABERT defende a migração dos canais de televisão transmitidos por antenas parabólicas (TVRO) da atual Banda C para a Banda KU, como melhor solução para a interferência do 5G nos sinais das TVROs.

    Numa mistura entre ficção e realidade, “O Mundo Mágico da Televisão” conta a história da TV do ponto de vista da programação infantil, passando pelos outros gêneros.
    Na história, uma cápsula do tempo é aberta em 18 de setembro de 2050, quando a TV brasileira completa cem anos. Começa aí uma viagem pela história, com direito a grandes clássicos, como Vigilante Rodoviário, Sítio do Picapau Amarelo, Xou da Xuxa, Balão Mágico e muitos programas inesquecíveis entre a garotada, com narração de Elmo Francfort, coordenador do Memória ABERT.

    O episódio especial de "O Mundo Mágico da Televisão" faz parte da série especial "TV ANO 70".

    Acesse o podcast em https://memoria.abert.org.br/?p=4029&preview=true

    Para as emissoras interessados em compartilhar, basta baixar e creditar "Uma produção ABERT".

     

     

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    Acompanhar a programação das emissoras de rádio do país na palma da mão, recebendo informação, serviços e entretenimento sem precisar usar o pacote de dados oferecido pelas operadoras de telefonia móvel. Com a ativação do chip FM nos celulares produzidos e comercializados no país, essa situação poderá se tornar real para todos os brasileiros, abrindo caminho para inovações tecnológicas que terão grande impacto na radiodifusão.

    O dispositivo já está disponível na maioria dos aparelhos, mas o setor trabalha pela adoção obrigatória da ferramenta em 100% dos celulares disponíveis no Brasil. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, vem trabalhando para concretizar a medida, que não trará qualquer custo extra aos consumidores.

    Em levantamento realizado em 2019, o engenheiro, conselheiro da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET) e fundador da ZYDigital, Marco Túlio Nascimento, mapeou os modelos comercializados no Brasil com chip embarcado e traçou um perfil dos equipamentos em oferta, divididos por faixa de preço. Segundo Nascimento, o estudo apontou que cerca de 85% dos aparelhos já eram comercializados com o dispositivo. Os telefones móveis de maior custo, em geral, não possuem o chip instalado.

    Segundo o engenheiro, na maioria dos casos, os aparelhos que possuem o dispositivo já estão prontos para oferecer o acesso às emissoras de rádio FM. Eventualmente, é necessário fazer apenas adaptações pontuais no software para ativar o funcionamento do chip. Em ambas as situações, os custos para o usuário são praticamente inexistentes.

    “Para as emissoras, a medida é importante para aumentar a base de aparelhos receptores, e, consequentemente, a audiência. Isso gera interesse do fabricante, do governo, do mercado, criando um círculo virtuoso. A ativação do chip também abre a possibilidade de oferecer o rádio híbrido, que mandaria as informações de áudio pelo ar e utilizaria as redes de internet para fornecer recursos multimídia”, explica.

    Para o engenheiro e conselheiro da SET, Eduardo Cappia, emissoras e entidades do setor devem investir em uma comunicação que permita ao consumidor conhecer a funcionalidade. “Não estamos vendendo nosso produto a quem já tem acesso ao chip”, afirma. A medida, prossegue, permitiria também uma análise mais acurada do mercado de radiodifusão. Segundo Cappia, sem a obrigatoriedade de ativação do chip, hoje é difícil mensurar quantos receptores de rádio existem no país.

    Presidente da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACAERT), Silvano Silva destacou o empenho da entidade na luta pela garantia de acesso livre e gratuito ao rádio FM pelos celulares. Segundo ele, é essencial oferecer ao público acesso à informação verificada e confiável. “O rádio é o carimbo de confiança da audiência. Hoje, quem compra um aparelho de telefonia móvel tem tudo à disposição. Não faz sentido privar esse consumidor do acesso ao rádio”, defendeu.

    Em campanha que incentiva o consumidor a comprar um celular que já tenha o chip FM embutido, a ABERT disponibiliza no site abert.org.br/celulares uma lista atualizada dos aparelhos que já contêm o dispositivo.

     

     

     

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      Email: abert@abert.org.br

      Telefone: (61) 2104-4600

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