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     O conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, está confirmado como palestrante do 26º Congresso de Radiodifusão, que acontece entre os dias 19 e 21 de junho, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília. Ele vai falar sobre “Os novos caminhos da radiodifusão no Brasil”, no dia 20, às 17h30min. 

    O evento reunirá representantes da indústria de rádio e televisão do Brasil e de outros países, de governos e agências reguladoras, parlamentares e pesquisadores para abordar temas de interesse do setor como tecnologia, regulação e liberdade de imprensa; rádio, internet e convergência; sistema de informação mercadológica; procedimentos de outorga; marco regulatório e empreendedorismo.

    Entre os palestrantes confirmados estão o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a vice-presidente executiva da National Association of Broadcasters (NAB), Jane Mago, especialista em regras de propriedade, o conselheiro da Anatel, Marcelo Bechara, especialista em Direito de Tecnologia, e Luiz Lara, fundador da agência Lew Lara e presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap).

    Também confirmaram presença como painelistas o secretário de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, o economista e consultor de empresas Eduardo Gentil, o jornalista Caio Túlio Costa, doutor em ciências da comunicação pela Universidade de São Paulo e consultor em mídia digital, e o advogado Marcos Bittelli, consultor  jurídico em comunicação, mídia e entretenimento.

    Paralelo ao evento haverá a Feira Internacional de Equipamentos e Serviços, com expositores nacionais e estrangeiros e o Seminário Técnico. Para mais informações  sobre o programa, acesse o hot site do evento: http://www.congressoabert.com.br/programacao  

    Inscrições - Os interessados em participar do maior evento da radiodifusão brasileira podem se inscrever com desconto e condições especiais até o dia 31 de  março acessando o site oficial do evento: http://www.congressoabert.com.br/inscrica . Há opções diferenciadas para radiodifusores associados, não associados e estudantes. Os alunos de graduação em Engenharia poderão assistir também ao Seminário Técnico, reservado a engenheiros do setor de radiodifusão.

    Foto:Fábio Rodrigues - ABr

    Assessoria de Comunicação da Abert

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    Subcomissão pretende ajudar na escolha de padrão digital adequado ao rádio brasileiro

    O presidente da Subcomissão Especial para Digitalização do Rádio, deputado Manoel Júnior (PMDB-PB), dará prosseguimento neste ano ao trabalho de análise dos padrões digitais de rádio disponíveis no mercado mundial. Além dos produtos norte-americano (HD Radio) e europeu (DRM), será avaliado também o japonês. Representantes da subcomissão já estiveram nos Estados Unidos e recomendaram  à Ibiquity, que produz o HD Radio, que é fundamental que o padrão seja adaptado a celulares e demais dispositivos móveis. Leia a seguir trechos da entrevista:

    1) A que se propõe a comissão especial?

    Queremos contribuir para o debate sobre a escolha do padrão digital mais adequado às características do país e às exigências da nossa sociedade, em especial, as camadas mais humildes da população. O rádio, em sua origem, revolucionou as ideias e colaborou para a consolidação da democracia no país. Este é mais um passo histórico que deve ser dado por este meio popular e comunitário por vocação.

    2) Como estão os trabalhos?

    Fizemos algumas reuniões e visitamos emissoras AM e FM dos Estados Unidos, onde funciona o sistema HD de rádio digital. Também estivemos na National Association of Broadcasters – NAB, que representa o setor.  Deixamos claro à empresa (Ibiquity) que, se for o padrão adotado no Brasil, teremos que fazer com que os receptores cheguem também aos celulares e demais dispositivos móveis. Vamos ainda checar o padrão europeu e o japonês, antes de elaborarmos o relatório, que será enviado ao Ministério das Comunicações como contribuição para a definição do padrão mais adequado.

    3)Na sua avaliação, quais são os requisitos para que a implantação da nova tecnologia seja bem sucedida no Brasil?

    Acho que o grande problema técnico é a passagem do sistema analógico para o digital. É como adaptar a forma híbrida para que a população possa adquirir receptores a um baixo custo, além da inserção dessa tecnologia nos dispositivos móveis.

    4)Quais vantagens do rádio digital o senhor destacaria?

    A grande vantagem é a qualidade do padrão de frequência, de recepção, a qualidade do som, e, principalmente, a possibilidade de você ter numa mesma frequência vários canais, fazendo com que, por exemplo, um possa ser de esporte, outro de música e outro de notícia.

    Assessoria de Comunicação da Abert

    As emissoras têm até a próxima segunda-feira para enviar ao Ecad as planilhas com as músicas executadas em sua programação. A partir deste mês, o encaminhamento dos relatórios deve acontecer até o dia 5 de cada mês para garantir o desconto de 25% nas mensalidades de broadcasting e de simulcasting.

    Segundo o diretor de Assuntos Legais da Abert, Rodolfo Machado Moura, é importante que a rádio envie as planilhas sempre de um mesmo endereço de e-mail, para facilitar a confirmação de recebimento e lançamento da planilha. Conforme o convênio, para ter direito ao desconto, a emissora associada deve estar em dia com a entidade e o Ecad.

    Os relatórios devem ser enviados somente via internet para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. , aos cuidados de Carina Galvão, juntamente com o nome da razão social e o CNPJ da emissora.

    Acesse aqui para ver um passo-a-passo sobre o procedimento correto.

    Assessoria de Comunicação da Abert

     

    O Ministério das Comunicações publicou, no Diário Oficial da União de terça-feira, 30 portarias de consignação de canais digitais para retransmissoras de São Paulo, Santa Catarina, Rondônia e Amazonas. A meta da Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica (SCE), agora, é concluir até o fim deste ano os cerca de 1,5 mil pedidos de consignação de canal digital de retransmissoras que tramitam no ministério.

    Em São Paulo, as emissoras que obtiveram as consignações vão atuar em Araraquara, Leme, Rio Claro, Praia Grande, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Taubaté, Barretos, Limeira, Araras, Franca, Salto, Piracicaba, Votuporanga, Itapetininga e Atibaia. Em Santa Catarina, os sinais digitais serão retransmitidos em Blumenau, Balneário Camboriú e Brusque. No Amazonas, os municípios são Parintins, Itacoatiara e Manacapuru. Já em Rondônia, são Ariquemes e Ji-Paraná.

    “No que depender do Ministério das Comunicações, até o fim do ano que vem nós teremos 80% da radiodifusão de imagens no Brasil com canal digital consignado”, afirma o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom, Genildo Lins.

    Ministério das Comunicações

    Com o objetivo de debater as inovações em aplicações interativas para TV digital desenvolvidas no Brasil e na América do Sul e as experiências de utilização do padrão brasileiro de TV digital na América Latina,  o Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital da Universidade Federal da Paraíba (UFPB),  em parceria  com o Ministério das Comunicações e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), promoverão  o Fórum Latino-Americano de TV Digital. O evento será realizado nos dias 8 e 9 de março, na Estação Ciência, em João Pessoa. Inscrições gratuitas podem ser feitas pelo site http://forum-latvd.lavid.ufpb.br .

    Durante dois dias estarão reunidos representantes do governo federal, de instituições e universidades brasileiras para debater com profissionais da Argentina, Peru, Chile, Equador e Uruguai a implementação do middleware brasileiro ginga em seus países. O Ginga é um software que permite a interatividade na TV digital. Os participantes também poderão conhecer as últimas novidades em conteúdos interativos para a TV digital do futuro na Exposição Latino-americana de Conteúdos Interativos para TV Digital no salão panorâmico da Estação Ciência.  

    O Fórum discutirá ainda as inovações do aplicativo Libras na TV, desenvolvido pela equipe do Lavid/UFPB, e que faz uma representação do conteúdo do áudio para deficientes auditivos, através de um dicionário de sinais, o que poderá beneficiar cerca de 5 milhões de brasileiros com problemas de audição. O modelo possibilita um novo formato de legendas em Libras, através de um avatar 3D, diferentemente do adotado hoje pelas TVs. Atualmente, as emissoras usam um intérprete humano para traduzir para a linguagem de Libras, em tempo real, as informações que estão sendo divulgadas na TV.  

    O evento é coordenado pelos  professores Guido Lemos, coordenador do Lavid/UFPB; Sandra Moura, diretora da TV UFPB, e as jornalistas Madrilena Feitosa, da TV UFPB, e Kellyanne Alves, do Lavid/UFPB.

    Sobre a digitalização da televisão brasileira, o  professor Guido Lemos, coordenador do Lavid/UFPB, afirma que  o  processo  de digitalização  deixou de ser  burocrático. Na avaliação do professor, o  problema financeiro e  legal da grande maioria das emissoras de TV no Brasil impossibilita a chegada da digitalização. ”Provisionar recursos para  o investimento da digitalização  é o maior problema dos radiodifusores brasileiros”, afirma Lemos.

    O padrão  brasileiro de televisão digital já é utilizado na Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Equador, Filipinas, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai.

    Mais informações acesse:  http://forum-latvd.lavid.ufpb.br

    Assessoria de Imprensa da Abert

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    Senador propõe o retorno de ensino sobre moral e ética nas escolas

    O senador Sérgio Souza (PMDB-PR) propôs um projeto de lei que insere na grade curricular do ensino fundamental a disciplina Cidadania, Moral e Ética e, no ensino médio, a matéria Ética Social e Política. Para ele, a inclusão dessas novas disciplinas na Lei de Diretrizes de Educação (LDB) vai possibilitar a formação de cidadãos mais “conscientes e críticos” e “fiscais do país”.

    “Os valores sociais estão se perdendo cada vez mais. Então, é importantíssimo resgatarmos a cidadania do brasileiro”, afirmou. Na opinião do parlamentar, o Brasil não pode figurar somente na lista dos maiores na economia, mas deve ser exemplo também em ética, moral, sociedade e política. 

    Confira trechos da entrevista concedida à Abert.

    1) Moral e ética, disciplinas que o senhor propõe incluir no currículo escolar, já foram matérias do ensino brasileiro no passado.

    Até os anos 80, havia uma disciplina chamada Moral e Cívica, eu mesmo a cursei. Os nossos pais e avós têm muito mais a formação moral de razão e de ética do que os mais jovens. E os valores sociais estão se perdendo cada vez mais.  Então, é importantíssimo resgatarmos a cidadania para formarmos cidadãos mais conscientes e críticos, para que eles possam devolver à sociedade aquilo que ela lhes confiou.

    2) Em sua opinião, em que medida essas disciplinas formariam cidadãos com condutas mais éticas?

    É claro que a sociedade não será transformada por inteiro do dia para noite, mas acredito que  formaremos um número de cidadãos mais politizados, conscientes e que serão fiscais deste país. Serão eleitores que participarão do dia a dia da política, não esquecerão tão facilmente o nome do candidato em quem votou e saberão analisar melhor as questões do ponto de vista crítico da política.

    3) Na sua avaliação, o conteúdo programático dessas disciplinas deve abordar quais assuntos? 

    Sugeri um ensino voltado para a formação moral e ética do cidadão no Ensino Fundamental e a formação moral, ética, social e política no ensino Médio. E quais noções de política? A política da democracia. O cidadão tem que entender o que é uma democracia, o que é uma estrutura de governo, pra que serve um vereador, por exemplo.

    4) O brasileiro já se acostumou com os escândalos de corrupção e com o famoso ‘jeitinho’...

    O cidadão brasileiro tem orgulho do seu país e não quer mais o título de ‘país do jeitinho’. Temos vergonha, por exemplo, de estar em uma fila de carros e de repente alguém corta pelo acostamento, passa na sua frente, causando um transtorno, e acha que está sendo esperto, quando na verdade está sendo mal educado e indelicado com os outros. Ou aquele que fura uma fila no banco ou no supermercado, que joga lixo na rua ou para em cima da faixa de pedestre.

     

    Foto:Agência Senado

    Assessoria de Comunicação da Abert

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    A Abert divulgou nesta quarta-feira (15), nota pedindo às autoridades policiais de Teresina para que investiguem com urgência atentado contra o radialista Francisco Carlos Vieira de Lima, da Rádio Difusora de Teresina (PI).

    Na noite da última segunda-feira (13), o radialista, conhecido como By Girl Lima, conversava com um amigo na porta de casa, no bairro Pirraça, zona sul de Teresina, quando um homem em um carro preto se aproximou e efetuou vários disparos. Lima levou um tiro na perna esquerda. Já seu amigo foi atingido por três disparos. Eles não correm risco de vida.

    “A Abert manifesta sua preocupação com mais este ato de violência contra comunicadores no país e insiste para que as autoridades apurem o caso e responsabilizem os culpados”, diz a nota.

    Repórter policial há 25 anos, o radialista apresenta há 15 e na mesma emissora o programa Plantão Policial, no qual denuncia casos de corrupção, e ações do crime organizado e de tráfico de drogas.

    “Meu programa é polêmico e tem muita audiência”, afirmou Lima. Ele acredita que o atentado tenha motivação em sua atividade jornalística.

    Assessoria de Comunicação da Abert

    O Ministério das Comunicações vai convocar empresários que ainda não pagaram a primeira ou a segunda parcela da outorga de radiodifusão obtida no processo de concorrência. Os que estiverem inadimplentes até 31 de março receberão um boleto com prazo de 60 dias para o pagamento.

    Já os que se tornarem devedores a partir do dia 1º de abril serão enquadrados nas novas regras: caso a primeira parcela não for paga, a outorga será repassada para o segundo classificado na licitação. Se o pagamento da segunda não for quitado, o processo será encaminhado para a Advocacia-Geral da União.

    A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (15) pelo ministro Paulo Bernardo em reunião com dirigentes da Abert  e de entidades estaduais de radiodifusão. De acordo com o ministério, a portaria com essas e outras mudanças deve ser publicada neste mês.

    Renovação - O ministério aceitará somente até o dia 31 de maio, os pedidos “intempestivos” de renovação de outorgas. O órgão vinha aceitando alguns processos fora do prazo legal de renovação, que é de 6 a 3 meses antes do vencimento. Mas, não o fará mais.

    Portanto, explicou o ministro, emissoras atrasadas na renovação da outorga e que não respeitarem o prazo-limite estabelecido pelo ministério, terão seus pedidos indeferidos, automaticamente.

    Pacote de medidas - Um pacote de medidas anunciadas durante a reunião pretende dar celeridade aos processos de radiodifusão. Durante o encontro, o ministro assinou uma licença provisória coletiva permitindo o funcionamento legal de todas as rádios e geradoras de TV que já possuem o documento de aprovação do local.

    Também foi anunciado um sistema online de gestão da radiodiodifusão, além da transferência  das análises de processos de engenharia para a reunio_com_radiodifusores_internacompetência da Anatel.

    O presidente da Abert, Emanuel Soares Carneiro, elogiou as medidas. “Temos certeza de que os processos andarão mais rapidamente e que isso vai dimimuir a ansiedade de muitos radiodifusores”, afirmou. Ele demonstrou, por outro lado, preocupação com o adiamento da conclusão dos testes do rádio digital.

    O secretário de Comunicação Eletrônica, Genildo Lins, disse que em um mês terá o relatório dos testes do DRM (tecnologia europeia) e que aguarda a empresa norte-americana instalar os equipamentos para iniciar os testes com o sistema HD Radio.

    Foto: Herivelto Batista / Ministério das Comunicações

    Assessoria de Comunicação da Abert

    STU_2855_internaO presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, defendeu nesta quarta-feira a votação do projeto de lei 595/03, que flexibiliza o horário de transmissão do programa A Voz do Brasil pelas emissoras de rádio.

    Em audiência com representantes do setor de radiodifusão de todo o país, Maia disse que “é preciso modernizar a lei para se enquadrar nos novos tempos do rádio no Brasil”. Segundo ele, o cidadão tem que ter o direito de escolher o que quer ouvir no rádio.

    Maia explicou, no entanto, que depende de acordo entre os líderes partidários para incluir o projeto na pauta. A proposta já foi discutida em cinco comissões no Senado e na Câmara e aguarda apenas votação em plenário, antes de seguir para sanção presidencial.

    O presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Emanuel Carneiro, voltou a defender a urgência na aprovação da matéria. “Será um ganho para toda a sociedade. A flexibilização permitirá ouvir o programa em horários alternativos, de acordo com a realidade local, a grade da emissora e a necessidade de cada cidadão”, afirma.

    Segundo ele, em grandes cidades as pessoas precisam de informação sobre o trânsito no final do dia. Nestes casos, a Voz do Brasil deverá ser veiculada mais tarde. Já em cidades menores, nas quais a rotina é diferente, não deve necessariamente haver mudança de horário do programa, explica Emanuel Carneiro.

    Quando o programa nasceu, os poderes públicos não dispunham de meios de comunicação para informar o cidadão. Hoje, lembra o presidente da Abert, o sistema governamental e educativo soma 648 emissoras de rádio e televisão. “O país mudou profundamente, e o programa também precisa mudar”, explica.

    Acesse  todas as fotos:

    http://www.flickr.com/photos/76855688@N08/sets/72157629347638831/

    Assessoria de Comunicação da Abert com informações da Câmara

    bukova_internaIrina Bokova, diretora-geral da UnescoEm mensagem que celebra o Dia Internacional do Rádio, comemorado pela primeira vez nesta segunda-feira (13), a União Internacional das Telecomunicações (UIT) declarou que reforçará o rádio como “tecnologia mundial de comunicação mais acessível e multilíngue”.

    De acordo com o órgão, responsável por padronizar as regras internacionais do setor de telecomunicações, incluindo o da radiodifusão, o objetivo é garantir que o rádio ”continue a ser uma ferramenta extremamente poderosa para a entrega de benefícios sociais e econômicos”.

    A Unesco, organismo das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, criou a data para encorajar os países a empreender atividades e parcerias em favor do rádio, o meio comunicação de massa mais prevalente no mundo, com capacidade de atingir 95% da população do planeta.

    De acordo com a organização, o rádio é um meio de comunicação de baixo custo e desempenha um papel importante na comunicação em situações de emergências. E, apesar de ser o meio mais acessível, não chega ainda a 1 bilhão de pessoas. "Devemos aproveitar ao máximo a capacidade do rádio para conectar pessoas e sociedades, para compartilhar conhecimento e informação”, afirmaram o secretário-geral da UIT, Hamadoun Touré,  e a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, em comunicado conjunto.

    Ainda de acordo com a UIT, a Conferência Mundial de Radiocomunicações elabora uma regulamentação para assegurar uma alta qualidade dos serviços de radiocomunicação para o transporte marítimo e aéreo, sistemas de navegação, telefonia celular e estudos meteorológicos.

    A ideia de se criar o Dia Internacional do Rádio partiu da Academia Espanhola de Rádio e foi formalmente apresentada à Unesco que decidiu escolher o dia 13 de fevereiro por conta da fundação da Rádio das Nações Unidas, em  1946.

    Foto: Divulgação/Unesco

    Assessoria de Comunicação da Abert

     A PEC do voto secreto é a nossa prioridade, afirma deputado

    PARLAMENTOA PEC do voto secreto é a nossa prioridade, afirma deputadoTramita há dez anos na Câmara dos Deputados uma Proposta de Emenda Constitucional (349-1) que acaba com o voto secreto no Congresso Nacional. A matéria, de autoria  do ex-deputado Luiz Antônio Fleury Filho, chegou a ser aprovada na Câmara, em primeiro turno, em 2005, mas até hoje está parada na Casa.

    Na avaliação do líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), o voto aberto é fundamental para garantir transparência nos debates do parlamento. “É a forma mais objetiva de  mostrarmos à sociedade qual é o nosso pensamento”, afirma. Ele diz que sua prioridade é trabalhar pela aprovação da PEC, que precisa ser votada em segundo turno antes de ser enviada ao Senado. Leia a seguir os principais trechos da entrevista.

    O senhor é favorável ao fim do voto secreto. Por quê?

    Temos a compreensão de que  o voto aberto é a forma mais transparente, republicana e moderna de os representantes se posicionarem em relação aos seus representados. É a forma mais objetiva de  mostrarmos à sociedade o nosso pensamento. Há duas ressalvas. A primeira quando vamos eleger os membros que dirigem o próprio parlamento, pois, neste caso, estão envolvidas questões como abuso de poder. A segunda quando analisamos os vetos presidenciais. Este é um instrumento  que teve inicio na Revolução Francesa, justamente para se proteger da força do rei. É necessário para evitar que a força do executivo aja sobre esse tipo de voto. No mais, o PSDB é favorável a todo tipo de voto aberto, transparente e claro.

    A PEC tramita há dez anos na Casa. O que lhe faz pensar que desta vez a proposta pode ser aprovada?

    Há um entendimento da maioria dos partidos. É uma demanda que sintoniza com o que a sociedade precisa. É impossível que uma democracia como a brasileira não atinja o voto aberto. A nossa  prioridade é avançar com essa PEC.

    Assessoria de Imprensa da Abert

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