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    Untitled document O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sinalizou nesta terça-feira que a provável solução para o problema de interferência do Wimax na recepção de sinal das antenas parabólicas será uma redução da oferta da banda a ser licitada para o serviço de internet banda larga sem fio.

    “Os técnicos da Anatel mencionaram a possibilidade de reduzir a largura da banda a ser licitada, de maneira que haja um intervalo entre a frequência licitada e a utilizada pelas antenas parabólicas”, afirmou, durante audiência pública na Câmara dos Deputados.

    A Anatel suspendeu o leilão da faixa de 3,5 GHz depois que radiodifusores alertaram para o problema. O ministro afirmou ainda que o processo de licitação deve ser retomado no segundo semestre deste ano.

    Algumas emissoras realizaram testes que comprovaram a interferência, além da Starone, empresa de comunicações via satélite. Estima-se que a interferência atingiria 22 milhões de antenas parabólicas devido a alta potência irradiada pelo serviço de banda larga sem fio.

    “Os radiodifusores estão preocupados, mas confiantes na responsabilidade da Anatel em evitar um problema que afetaria 72 milhões de brasileiros que têm acesso a programação de TV aberta por antenas parabólicas”, afirma o diretor-geral da Abert, Luís Roberto Antonik.

    “Ninguém quer que haja interferência, imagina, um serviço interferir no outro, seria um horror”, disse o ministro.

    Assessoria de Comunicação da Abert

    Untitled document O início dos testes para avaliar o HD Rádio, padrão digital produzido pela norte-americana Ibiquity, está atrasado, mas deve começar nos próximos dias, informou o ministro Paulo Bernardo, durante audiência sobre prioridades da pasta para 2012, na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (20).

    De acordo com cronograma prévio do ministério, os testes serão realizados em rádios AM e FM, em baixa, média e alta potência, nas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. A tecnologia europeia (DRM) já foi testada pelo órgão, que produz os relatórios finais sobre o padrão.

    Representante da Subcomissão do Rádio Digital da Câmara, o deputado Sandro Alex (PPS-PR) comentou que o grupo também irá avaliar o padrão europeu, assim como fez com a tecnologia HD Rádio. O objetivo é ajudar o ministério na escolha da nova tecnologia.

    No ano passado, representantes da subcomissão visitaram emissoras de rádio AM e FM nos Estados Unidos.

    Sandro Alex também pediu atenção especial do ministério às emissoras AM, que “passam por dificuldades e, portanto, devem estar contempladas na implantação do novo padrão”.

    Ele sugeriu a suspensão de novas licitações de canais de rádio até que seja definido o novo modelo, assim como ocorreu com o processo da TV Digital. “Por que não esperar uma definição já que as novas emissoras autorizadas terão de se adequar a nova tecnologia, comprar equipamentos?”, questionou.

    O ministro respondeu que não há dificuldades em suspender as licitações, mesmo porque não houve nenhuma neste ano por conta  das mudanças nas regras de concorrência. “Não temos posição quanto a isso, mas podemos pensar”, afirmou.

    Assessoria de Comunicação da Abert

    Untitled document A fiscalização de emissoras comerciais e comunitárias de rádio e TV terá novidades a partir deste ano. O Plano Anual de Fiscalização da Radiodifusão está sendo finalizado por técnicos do Ministério das Comunicações e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e deve ser lançado ainda neste semestre.

    O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, citou a proposta durante audiência pública sobre ações prioritárias do ministério para 2012, nesta terça-feira (20), na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, na Câmara dos Deputados. Sem entrar em detalhes, o ministro disse que a ideia é “equilibrar” a fiscalização entre emissoras comunitárias e comerciais.

    “O radiodifusor comercial diz que fechamos os olhos para a fiscalização de rádios comunitárias e os representantes de rádio comunitária dizem que a Anatel só fiscalizam a eles. Quantas emissoras de rádio comunitária temos? E quantas são comerciais?  Temos que dividir essa fiscalização. Não vamos ficar amaciando ninguém”, declarou.

    O total de rádios no país soma  1.501 do tipo FM; 66 de Ondas Curtas, 1.583 de Ondas Médias, 73 Ondas Tropicais e 4.377 emissoras comunitárias.

    Plano Nacional de Outorgas

    Paulo Bernardo também informou que o ministério trabalha em um plano nacional de outorgas para a radiodifusão comercial. A escolha das empresas deve ser feita da mesma forma como ocorre com as comunitárias, as retransmissoras e repetidoras de TV, com avisos de habilitação divulgados antecipadamente por meio de calendários e de acordo com plano de disponibilidade de canais e critérios técnicos.

    Novo marco legal

    O anteprojeto do governo para o novo marco das comunicações deverá ser colocado em consulta pública em breve pelo ministério. De acordo com Paulo Bernardo, a proposta deve contemplar cotas de conteúdo regional e independente na televisão aberta e também regulamentar questões como proibição de veiculação de ideias racistas ou discriminatórias.  O ministro garantiu que a proposta respeitará a Constituição, que “é clara ao proibir censura ou controle de conteúdo”, disse.

    Assessoria de Comunicação da Abert

    Untitled document O Governo Federal vai criar normas para regulamentar os níveis de volume durante a veiculação dos programas de TV. De acordo com determinação da Justiça, as emissoras devem ser fiscalizadas em um prazo de 120 dias, período em que a regulamentação deve ser criada.

    Segundo a 10ª Vara Cível de São Paulo do Tribunal de Justiça Federal, ocorre atualmente uma variação de volume durante a programação, incluindo os intervalos comerciais.

    No final do ano passado, a Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET) enviou um documento ao Ministério das Comunicações sugerindo uma norma para padronizar os níveis de áudio das emissoras de televisão.

    No documento, a SET pede a adoção de padrão de medição de áudio para fins de fiscalização, baseada nas recomendações de órgãos internacionais. O objetivo é evitar grandes diferenças de níveis sonoros entre os programas e os comerciais.

    A proposta foi amparada em pesquisas sobre produção, captação e controle do processamento de áudio na TV. O padrão poderá ser utilizado na regulamentação da lei 10.222, que proíbe emissoras de aumentar injustificadamente o volume de sua programação.

    Assessoria de Comunicação da Abert

    Untitled document A partir do dia 31 de maio, o Ministério das Comunicações não aceitará mais pedidos de renovação de concessões protocolados fora do prazo legal, que é de seis a três meses antes do vencimento da outorga. O órgão vinha aceitando solicitações ‘intempestivas’ mas, depois dessa data, todos os pedidos fora do prazo serão automaticamente indeferidos.

    Publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, a medida faz parte de uma série de mudanças antecipadas pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em encontro com radiodifusores, no mês passado. “Quando chegamos aqui, constatamos que o ministério aceitava pedidos fora do prazo. O ministério tinha um costume administrativo e agora vamos mudar isso”, afirma o secretário de Comunicação Eletrônica, Genildo Lins.

    Outra portaria também publicada nesta segunda-feira permite que as empresas inadimplentes com o pagamento de outorgas regularizarem sua situação até o próximo dia 31. Para quem estiver devendo a primeira ou a segunda parcela da outorga até esta data, será gerado um novo boleto com 60 dias para o pagamento. 

    Já os que se tornarem devedores a partir do dia 1º de abril, serão enquadrados nas novas regras: caso a primeira parcela não for paga, a outorga será repassada para o segundo classificado na licitação. Se o pagamento da segunda não for quitado, o processo será encaminhado para a Advocacia-Geral da União.

    Para o presidente da Abert, Emanuel Soares Carneiro, as medidas tornarão os processos mais céleres e vão “moralizar o setor, na medida em que tornam as regras mais rígidas”, disse.

    Assessoria de Comunicação da Abert

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    genildo_cruz_minicomINTERNA Genildo Lins

     O Ministério das Comunicações, a  Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Abert promovem no próximo dia 26 de março, das 9h às 17h, no Centro Cultural Brasil 21, em Brasília, o Seminário “As novas funções dos reguladores e a radiodifusão". O evento será o primeiro de uma série que incluirá outras nove capitais do país.

    Segundo o presidente da Abert, Emanuel Soares Carneiro, o seminário será uma oportunidade de conhecer as novas atribuições da agência e do ministério e as implicações das mudanças sobre as emissoras de rádio e televisão.

    Participam do evento o presidente da Anatel, João Batista Rezende;  o secretário de Comunicação Eletrônica do Minicom, Genildo Lins; os superintendentes de Serviços de Comunicação de Massa, Marconi Thomaz de Souza Maya, e de Radiofrequência e Fiscalização, Marcus Vinicius Paolucci, ambos da Anatel; o diretor de Assuntos Legais da Abert, Rodolfo Machado; e o conselheiro da Abert, Daniel Pimentel Slaviero.

    O evento é gratuito para radiodifusores.

    Faça aqui a sua inscrição.

    Acesse a programação:http://www.abert.org.br/site/images/stories/imprensa/SEMINARIO_PROGRAMA2603%20.pdf

    Informações através do email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

     

    Assessoria de Comunicação da Abert

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    AZEREDO_PRESIDENTE_CCTCIpngA CCTCI é a comissão que discute a modernização do Brasil, afirma Azeredo

    Tendo entre suas prioridades discutir a escolha do padrão digital do rádio, o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG), novo presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara, afirma que a CCTCI é a "comissão de vanguarda, que discute a modernização do Brasil". Ele admite a preocupação com propostas legislativas que buscam impor limites à atividade da imprensa, mas se compromete com a defesa da liberdade: "A liberdade de imprensa é fundamental. Existem problemas e não há como negar, mas não é proibindo a liberdade que nós vamos acabar com alguns excessos por parte da imprensa. Tem que haver diálogo e uma ação das empresas jornalísticas para preservar esse campo de informação." Favorável à proposta, Azeredo acredita que o projeto de lei que flexibiliza o horário de transmissão do programa A Voz do Brasil deve ser aprovado pelo plenário da Casa até a metade do ano.

     

    Leia abaixo trechos da entrevista.

     1) Quais serão as suas prioridades na presidência da Comissão. Dá pra citar alguns projetos? 

    Vamos iniciar as nossas atividades ouvindo os dois ministros ligados à área. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, já está confirmado para  participar da audiência pública na próxima terça-feira (20). Também convidamos o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp. Em seguida, faremos outras audiências públicas com integrantes dos Poderes Executivo e Judiciário. A primeira preocupação é com a questão do percentual investido em tecnologia no Brasil e com os cortes orçamentários nessa área. Outros temas que receberão nossa atenção na CCTCI é a qualidade da telefonia celular, que tem realmente caído muito; e a inclusão e expansão da internet banda larga no país. Ainda está na nossa pauta prioritária a digitalização do rádio brasileiro. Estamos prontos para receber e discutir demandas de interesse do país. A CCTCI é a Comissão de “vanguarda”, que discute a modernização do Brasil.

     2) Muitos projetos que passam pela Comissão atentam contra a liberdade de imprensa.

    A liberdade de imprensa é fundamental. Portanto, acredito que esse assunto une tanto o governo quanto a oposição. Existem alguns projetos que preocupam, alguns até do próprio governo, que procuram criar regras para cercear a imprensa. Existem problemas e não há como negar, mas não é proibindo a liberdade que nós vamos acabar com alguns excessos por parte da imprensa. Tem que haver diálogo e uma ação das empresas jornalísticas para preservar esse campo de informação.

    3) O senhor já teve tempo para identificar alguns desses projetos, com viés restritivo?

    Ainda não. Mas existem no Congresso brasileiro inúmeros projetos com viés restritivo e cabe a mim, como presidente da CCTCI da Câmara, orientar os parlamentares. Mas a votação é soberana e o voto da maioria é que deve prevalecer sempre. Pessoalmente, eu defendi a volta da democracia no Brasil. E farei sempre, do ponto de vista individual, a defesa dessa liberdade.

    4) Qual a expectativa de trabalho na Comissão já que o Congresso reduz muito as   atividades por ser ano eleitoral?

     Até o mês de julho trabalharemos normalmente, mas, na prática, vamos ter um prejuízo real nos meses de agosto e setembro.

    5) Qual a sua opinião a proposta de flexibilização do horário de transmissão do programa ‘A Voz do Brasil’? E qual a perspectiva de aprovação, na sua avaliação?

    Sou a favor da flexibilização. Com a aprovação, as rádios poderão adequar a ‘Voz do Brasil’ às suas programações, de acordo com as peculiaridades de cada lugar do país. Acredito que  vamos conseguir essa aprovação ainda no primeiro semestre.

     

    Assessoria de Comunicação da Abert

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    De um lado, emissoras de rádio e televisão se preparam para ofertar produtos e serviços inovadores usando tecnologias 3D e o Ultra High Definition. De outro, empresas de telecomunicações cobiçam novas faixas de freqüência para prestar serviços de internet banda larga.

    Esse cenário de disputa por faixas de frequências acende uma importante questão no Brasil: a da regulação do espectro radioelétrico, que será tema de destaque do Seminário Técnico promovido pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) no dia 21 de junho, em Brasília.

    O evento faz parte da programação do 26º Congresso Brasileiro da Radiodifusão, que inicia no dia 19. O congresso marca os 90 anos do rádio brasileiro e os 50 anos da entidade.

    Segundo o diretor-geral da Abert, Luís Roberto Antonik, o seminário abordará com profundidade questões técnicas que determinarão o futuro do rádio e da televisão brasileiras. Administração do espectro, transição da TV aberta analógica para digital, a definição do padrão digital para o rádio, a extensão da faixa de FM e a migração de OM, e o ambiente de convergência e seus impactos para os meios de comunicação serão alguns dos principais temas discutidos.

    Entre os palestrantes e painelistas já confirmados estão o superintendente de Serviços de Comunicação de Massa da Anatel, Marconi Maya, o gerente geral de Certificação e Engenharia do Espectro da Anatel, Marcos de Souza Oliveira, a presidente da Sociedade de Engenharia de Televisão (SET), Liliana Nakonechnyj, Thiago Aguiar Soares e Egon Cervieri Guterres, da Anatel, e Marco Túlio Nascimento, da SGR.

    Veja  a programação completa: http://www.congressoabert.com.br/programacao

     

    Inscrições

    Os interessados em participar do maior evento da radiodifusão brasileira podem se inscrever com desconto e condições especiais até o dia 31 de  março acessando o site oficial do evento: http://www.congressoabert.com.br/inscrica . Há opções diferenciadas para radiodifusores associados, não associados e estudantes. Os alunos de graduação em Engenharia poderão assistir também ao Seminário Técnico, reservado a engenheiros do setor de radiodifusão.

     

     

    Assessoria de Comunicação da Abert

     

    O Ministério das Comunicações beneficiou nove municípios de seis Estados com a programação digital.O anúncio  foi publicado no Diário Oficial da União (DOU),  de sexta-feira ,9. As autorizações para transmitir a programação na tecnologia digital foram para retransmissoras do Maranhão, São Paulo, Amazonas, Ceará, Paraná e Bahia.

    Os municípios que contarão com a retransmissão digital da Televisão Independente de São José do Rio Preto Ltda são: Caxias e Imperatriz (MA); Itapeva e Atibaia (SP); Cascavel e Guarapuava (PR); Itapipoca (CE); Itacoatiara (AM) e Barreiras (BA).

    Segundo o Ministério o objetivo é atender até o fim deste ano, cerca de 1, 5 mil pedidos de consignação de retransmissoras.

     

    Assessoria de Comunicação da Abert  

    FranciscoAraujopngDeputado quer restringir uso de imagens em anúncios

    O deputado Francisco Araújo  (PSD-RR) apresentou um projeto para tentar impedir que empresas usem imagens “meramente ilustrativas” em anúncios de produtos e serviços. Em sua proposta, o parlamentar prevê a restrição nos artigos 30 e 37 do Código de Defesa do Consumidor. “Fica claro que as emissoras de televisão não poderão omitir qualquer informação essencial sobre o produto anunciado. As empresas usam os artifícios das imagens para burlar a lei. Não quero prejudicar as empresas de publicidade, mas exigir uma atuação transparente”, explica.

    Confira trechos da entrevista.

    1)    O que o senhor pretende com o projeto?
    Evitar que o consumidor seja induzido ao erro. Por exemplo, é comum verificar comerciais onde são expostas letras garrafais, mas as condições complementares da oferta são informadas em uma rápida inserção, em letras miúdas, com ilustrações que não condizem com o anunciado. O projeto  prevê coibir justamente esse tipo de malandragem. O projeto não é contrário às empresas de publicidade.

    2)     Como se dará o debate sobre o assunto?

    Ainda será nomeado o relator. Vamos sugerir audiências publicas para ouvir os órgãos que representam o consumidor, empresas de publicidade e os radiodifusores, porque toda sugestão  é bem vinda. Se as empresas apresentarem uma proposta melhor, ótimo. Necessariamente, não quer dizer que o projeto passará da forma que foi apresentado. O que  a proposta prevê  é valorizar as empresas  que atuam com seriedade. Não quero mudar as regras da publicidade.

    3)    Na justificativa do projeto, o senhor diz que o Código já estabelece que peças de publicidade devem trazer informações de forma clara e precisa, mas que muitos anunciantes descumprem essa lei, praticando “um verdadeiro estelionato comercial”. O senhor acha que mudar o CDC é o melhor caminho?

    O nosso Código é uma das melhores leis “consumeristas” do mundo. Mesmo assim, ainda precisa de alguns ajustes, e é isso que estamos fazendo. Acho que ajustando o CDC ficará mais vantajoso para o consumidor que é o destinatário final. O CDC tem que ter a sua função social, o consumidor poderá recorrer ao próprio Código ao invés de recorrer a justiça para poder valer os seus direitos.

    Assessoria de Comunicação da Abert

     

    O novo presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), disse que suas prioridades de trabalho serão o marco civil da internet, o preço da banda larga e a qualidade da telefonia celular.

    Eleito na última quarta-feira, 7, Azeredo disse que já na próxima semana vai apresentar um requerimento para ouvir o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, sobre a situação atual da área.

    Na avaliação de Azeredo, o Marco Civil da Internet, que tramita na Câmara, é incompleto e não trata dos crimes na rede, o que não inviabiliza a aprovação do PL 84, cujo substitutivo aprovado no Senado é de sua autoria. “O marco civil demorou três anos para começar a tramitar e ainda depende de muito debate”, avalia.

    Também foram eleitos dois vice-presidentes da comissão, deputado Rui Carneiro (PSDB-PB), o primeiro, e Carlinhos Almeida (PT-SP), o terceiro.

    O segundo vice-presidente deverá ser escolhido na próxima semana.

    Biografia - Engenheiro com especialização em informática, Azeredo foi vice-prefeito e prefeito de Belo Horizonte (1990-1992), governador de Minas Gerais (1995-1998) e senador (2003-2011). O deputado é filiado ao PSDB desde 1988. Na Câmara, o parlamentar foi titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e suplente na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, em que foi relator do projeto que tipifica crimes cibernéticos (PL 84/99).

     

    Acesse aqui a lista completa dos presidentes eleitos

     

    Foto:Agência Câmara

    Assessoria de Comunicação da Abert

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