Notícias

    “Parou de ventar? É preciso saber remar”. A declaração é do palestrante internacional com mais de 22 anos de experiência em vendas, Marcelo Ortega. Ele foi o convidado do AESP Talks – Encontro de Profissionais, realizado na quarta-feira (25). Conduzido pelo radialista Marco Moretto, Ortega debateu o tema “Crise ou Oportuniade”, com foco no cenário empresarial pós-pandemia de COVID-19.

    Para o convidado, o vendedor que reproduz discurso pronto está com os dias contados no mercado. A pandemia causada pelo novo coronavírus e a aceleração digital impactarão diretamente o setor, que poderá substituir profissionais com esse perfil por algoritmos ou formas automáticas de compensação de pedidos.


    Ortega acredita que a melhor técnica de vendas é a arte de fazer perguntas inteligentes. “Qual o histórico desse comprador? Por que ele está comprando aquilo? O que mais está comprando? Será que conhece todas as soluções que ofereço? Há novidades no mercado?”, sugere. Segundo ele, o novo cenário pode ser o estopim para a construção de negócios mais criativos, relacionais, afetivos e inteligentes.

    Como sugestões para o setor de radiodifusão, o especialista defende que é importante ultrapassar a argumentação convencional, a ideia pré-concebida de mídia kits, para transmitir uma imagem mais pessoal e aumentar a conexão entre o anunciante e o público, demonstrando a importância de determinado produto ou serviço. “Quando temos pouco tempo para transmitir informação, começo pelo benefício que o produto oferece, apresento-o à audiência, demonstro como se aplica à realidade do consumidor e, para concluir, tento levá-lo a algum lugar, o famoso call-to-action”, ensina.

    Para assistir na íntegra, clique AQUI

     

     

     

    Relator do texto do edital que prevê o leilão das faixas de espectro que serão usadas para a tecnologia 5G no Brasil, o conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri, afirmou que esta é uma “prioridade máxima do governo”.

    Em entrevista no Palácio do Planalto, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro, na terça-feira (24), Baigorri confirmou a publicação do edital no início de 2021.

    “Nós da Anatel vamos fazer todas as medidas necessárias para cumprir as políticas públicas do governo federal, sejam as políticas públicas de conectividade previstas nos decretos, quanto a garantia do acesso à radiodifusão pública gratuita nas parabólicas", afirmou.

    A solução para a interferência do 5G nos sinais dos canais de televisão acessados por meio de antenas parabólicas (TVRO) é um dos temas que deverão ser decididos pelo Conselho Diretor da Anatel. Parecer da área técnica da Agência defende a migração dos canais abertos que hoje operam na banda C para a banda Ku, como propõe a radiodifusão.

    Segundo o ministro das Comunicações Fabio Faria, o governo quer que o leilão do 5G aconteça o mais rápido possível. "Está muito bem adiantado. Aqui já fizemos todos os deveres de casa. Estamos bem adiantados. Já temos o relator do texto escolhido, já regulamentamos a lei das antenas, criamos uma lei da liberdade econômica. Agora é cumprir os prazos", afirmou o ministro.


    *Com informações de agências

     

    Já estão disponíveis para download gratuito as cartilhas informativas elaboradas pela ABERT, no formato de FAQ, que esclarecem os principais pontos sobre os serviços de Retransmissão de Televisão (RTV) e de Rádio (RTR), regulamentados pelas portarias 141/2020 e 275/2020, recentemente alteradas pela Portaria nº 1.460/2020.


    Para acessá-las, clique AQUI

    A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) realizou, na quarta-feira (25), mais uma etapa do ciclo de conferência sobre a radiodifusão no século 21. Desta vez, a temática foi a “Convergência e Novos Modelos de Negócio para o Rádio”.

    Os painelistas foram o 1º vice-presidente da AIR e vice-presidente da Rádio Coorporación, de El Salvador, José Luis Saca; a jornalista, editora e diretora da área de Podcasts da Rádio Cooperativa do Chile, Paula Molino; e o diretor de Negócios de Radiodifusão para México e América Latina, Fabián Zamarrón. Coube ao diretor-geral da entidade, Juan Lerena, conduzir a mediação da conversa.

    Segundo Lerena, a audiência do meio segue firme, porém há desafios no horizonte: incorporar cada vez mais novas ferramentas tecnológicas, para se adaptar a novos modelos de negócio. “É preciso garantir que os meios sejam sustentáveis e possam se desenvolver de maneira livre e independente”, afirmou. “Meios mais fortes asseguram democracia e progresso”, complementou José Luís Saca.

    "Não podemos fazer como fazíamos durante décadas; temos que avançar e incorporar essas tecnologias na rotina", defendeu. Atualmente, o consumidor decide o tipo, o tempo, o lugar, a forma e o teor do conteúdo que vai consumir, já que cada um conta com o próprio dispositivo. O importante é que a programação seja interessante, esteja disponível e de fácil acesso. “Será necessário gerar um ecossistema diverso de transmissão. O futuro é oferecer uma rádio multiconectada e usar estatísticas para saber o que quer a audiência”, destacou Saca.

    “Devemos atender às expectativas dos ouvintes para expandir limites. A tecnologia é possibilidade de ver mais de perto essas pessoas que não são apenas uma sombra por trás dos microfones”, afirmou Paula Molino.

    Compromisso com a defesa dos interesses do rádio e da TV aberta, da liberdade de imprensa e de expressão, ética e responsabilidade foram algumas das características destacadas pelos presidentes de associações estaduais de radiodifusão nas mensagens enviadas em vídeo, parabenizando a ABERT pelos 58 anos de fundação. As mensagens estão nas redes sociais da ABERT:

    www.facebook.com/ABERT.RadioeTV
    www.youtube.com/user/assbrasilradiotv
    www.instagram.com/abertbr

     


    Silvano Silva - Presidente da ACAERT

    “Prezados amigos da ABERT, é com muita felicidade que em nome da ACAERT parabenizo a todos pelos 58 anos desta instituição que reúne as empresas de radiodifusão em nível nacional. A ABERT hoje é uma entidade respeitada e reconhecida, fruto do trabalho desenvolvido por seus presidentes e demais membros da diretoria ao longo de todos esses anos. Foi honrando o compromisso em defender o nosso segmento que hoje comemoramos conquistas importantes como a migração do AM para o FM, a TV digital gratuita e a flexibilização da Voz do Brasil. Sem a ABERT, nada disso seria possível. É claro que ainda temos desafios grandiosos pela frente, mas tenho certeza que a valorosa gestão liderada por Flávio Lara Resende e os demais integrantes da diretoria vai conseguir superá-los, entregando ainda mais valor a todos os associados. Sem esquecer da equipe que faz o dia a dia da entidade, o nosso fraternal abraço a todos em nome da radiodifusão de Santa Catarina. Parabéns, ABERT.”

     

    Carmen Lúcia Azulai – Presidente da ACERT

    “Quero parabenizar a ABERT pelos seus 58 anos, pela sua atuação em defesa da radiodifusão, e quero também agradecer a todos que passaram pela ABERT, que dedicaram parte de suas vidas a construir a história da radiodifusão. A ABERT, com suas afiliadas, emissoras de rádio e TV, representa uma enorme diversidade cultural, econômica, num país continental. A radiodifusão é um patrimônio do Brasil. E hoje eu quero desejar a todos que estão na ABERT, em especial ao presidente Flávio Lara Resende, ao nosso diretor geral Cristiano Flores, muita inspiração e iniciativas que engradeçam mais ainda nossas emissoras de rádio e TV. Que os vínculos entre nós, radiodifusores, se fortaleçam através da ABERT, das nossas associações estaduais, sempre em prol de uma radiodifusão melhor, próspera, com qualidade técnica, informação diversa, entretenimento gratuito, tudo isso que faz a radiodifusão. E é isso que a ABERT faz, a ABERT luta pela radiodifusão, ela trabalha pela radiodifusão e trabalha pelo Brasil. Parabéns ABERT, muitos anos de vida."

     

    José Antônio do Nascimento – Presidente da AERJ

    “Eu queria felicitar a ABERT nesses 58 anos de fundação. Não só porque ela é uma entidade importantíssima na defesa dos nossos melhores interesses, mas, principalmente, porque ao longo da história, ela tem sido uma grande defensora daquilo que nos é muito caro que é a liberdade de expressão. Parabéns, ABERT, pelos seus 58 anos.”

     

    Luciano Barbosa Rodrigues – Presidente da AERMS

    “Olá, tudo bem? Eu sou Luciano Rodrigues, presidente da AERMS, associação de radiodifusores aqui de Mato Grosso do Sul, e quero, em nome do presidente Flávio e do diretor Cristiano, parabenizar a ABERT por esses 58 anos. Instituição que sempre atendeu o radiodifusor, principalmente no interior do Brasil, com suas demandas, com suas dúvidas. E agora, como presidente, sou prova do trabalho sério, com afinco que a instituição ABERT tem feito. Quero aqui destacar esse processo de migração, de um trabalho árduo, eu que vim do AM e hoje me tornei FM, e sei do trabalho que foi feito junto à ABERT, junto ao Ministério das Comunicações, à Anatel. Em outras demandas que nós temos para trabalhar, como o chip FM, sei que a ABERT é uma parceira de primeira hora e quero parabenizá-la por esses 58 anos. Um grande abraço.”

     

    Michel Micheleto - Presidente da AERP

    “Eu sou Michel Micheleto, da AERP, aqui do estado do Paraná e queria cumprimentar a ABERT pelos seus 58 anos de existência, sendo a nossa entidade-mãe que cumpre, de forma brilhante, o seu papel de articulador de defesa dos interesses da radiodifusão. A sinergia com que a ABERT conduz os trabalhos para alcançarmos os resultados que o setor tem hoje é essencial. E isso dignifica a nossa existência e a razão pela qual nós apostamos no trabalho associativo. Parabéns a todos os diretores, parabéns a todos os colaboradores da ABERT.”

     

    Fernando Machado Ferreira - Presidente da AERTES e SERTES

    “Nenhuma entidade chega aos 58 anos sem o forte trabalho desenvolvido para os públicos a que ela tem serviço a prestar. A ABERT é exemplo disso. Presta um excelente serviço para todos os radiodifusores do Brasil. Nós, aqui no Espírito Santo, através do SERTES e da AERTES, participamos dessa luta junto com todos vocês. Vida longa à ABERT por tudo que tem feito para todos nós.”

     

     Jean Teixeira - Presidente da AERTO

    “Parabéns ABERT, direto do Tocantins. São 58 anos de defesa intransigente da liberdade de expressão, da liberdade de imprensa, da nossa democracia. Um trabalho competente que foi realizado por presidentes, diretores e colaboradores de hoje e de ontem. Nós das associações estaduais de radiodifusão só temos a agradecer pela companhia diária, pelo apoio incondicional ás nossas atividades. Vida longa à ABERT.”

     

     Rodrigo Neves - Presidente da AESP

    “A ABERT está fazendo 58 anos e é motivo de festa para todos nós. A ABERT é a primeira associação a unir a radiodifusão do Brasil, vem desempenhando um papel relevante em prol da radiodifusão e também da liberdade de expressão na comunicação e na propaganda. Quero aqui deixar um grande abraço ao Flávio Lara Resende, ao Melão, ao Paulo Tonet, ao Roberto Franco, e a toda equipe da ABERT. Parabéns.”

     

    Roberto Cervo Melão – Presidente da AGERT e vice-presidente da ABERT

    “Momento de parabenizar a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão pelos 58 anos nesta sexta-feira. Dizer que temos orgulho, nesse momento, de estar vice presidente e parabenizar portanto ao meu presidente, parabenizar a todos os ex-presidentes que fizeram essa entidade tão respeitada e tão admirada, e também a equipe de colaboradores que hoje exercem suas funções junto a nossa entidade. Por isso, nós queremos cumprimentar e agradecer o trabalho que é realizado pela nossa entidade. Parabéns e temos orgulho da nossa ABERT.”

     

    Guliver Leão – Presidente da AGOERT

    “A ABERT está completando 58 anos de trabalho em defesa do rádio e da televisão brasileira. Sempre acompanhei a sua trajetória e testemunhei os grandes desafios que enfrentou na sua jornada. Em nome da AGOERT, associação goiana, não podia deixar de agradecer a parceria por todas as conquistas alcançadas. Hoje eu me atrevo a dizer que a maior delas foi de preservar e defender de forma ferrenha e obstinada os princípios da liberdade de imprensa e de expressão, que são os pilares do estado direito e da nossa democracia. Parabéns, ABERT”.

     

    Nivelle Daou – Presidente da AMERT

    “Olá amigos, quem vos fala é Nivelle Daou, da AMERT, do estado do Amazonas. E é com grande satisfação que cumprimentamos a ABERT pelos seus 58 anos de vida, de uma postura sempre muito forte com relação à preservação da radiodifusão e do próprio radiodifusor, muito importante aqui na nossa sociedade. Tem conseguido vitórias muito expressivas como a grande movimentação que fez para estender a desoneração da folha de pagamento, agora a flexibilização da Voz do Brasil, o contrato muito vantajoso com o Ecad, e essa luta que certamente sairá vitoriosa, da obrigação de manter o chip FM em todos os celulares. Então, parabenizo o nosso presidente Flávio Lara Resende, o Paulo Tonet, o Cristiano, que têm conduzido a entidade com muita dignidade e muito respeito, fazendo o radiodifusor se sentir sempre protegido pela ABERT. Parabéns mais uma vez e que Deus nos proteja a todos. Um grande abraço.”

     

    Luciano Pimenta – Presidente da AMIRT

    “58 anos da ABERT. 58 anos em defesa da radiodifusão brasileira. Com muita alegria, nós aqui da AMIRT enviamos o nosso abraço ao presidente Flávio, a toda a diretoria, aos funcionários, e a todos os associados, nossas co-irmãs estaduais. Acho que é o momento de cada vez mais a gente valorizar esse comando, esse farol que a ABERT é na radiodifusão. Espero que venham muito mais cinquenta, cem anos. Parabéns ABERT, estamos juntos, AMIRT, ABERT e todo mundo”.

     

    Nill Júnior – Presidente da ASSERPE

    “Parabéns ABERT, Associação Brasileira de Rádio e Televisão, pela grande contribuição a esse país, nos 58 anos de história. Por fazer a sociedade brasileira compreender a importância dos nossos veículos e também o papel que eles desenvolvem na construção da democracia nesse país, fazendo com que a sociedade tenha a percepção de que só ela e só a ela cabe o real controle sobre os meios de comunicação. Também, pela ponte e contribuição com as associações estaduais. Um grande abraço de Pernambuco e vida longa à ABERT”.

     

     

     

     

    Ao completar 58 anos, a ABERT lançou, nesta sexta-feira (27), o Memorial da Televisão Aberta Brasileira, uma grande exposição virtual, interativa, que reproduz as sete décadas da TV no Brasil.

    São mais de 1.000 itens, 700 fotos e 28 vídeos, distribuídos em sete salas, numa atmosfera que virtualmente impressiona os olhos de quem acessar o http://memoria.abert.org.br.

    A exposição é de fácil acesso e navegação. Ao percorrer as salas, é possível estar ao lado de Assis Chateaubriand na inauguração da TV Tupi, visitar a Lua em 1969, ver a Taça Jules Rimet, ou ficar bem próximo do carro de Ayrton Senna, entrar num reality-show ou em um cenário criado em computação gráfica. Ao final, uma sala apresenta a grande festa da TV.

    “O Memorial da Televisão Aberta Brasileira é uma homenagem da ABERT aos profissionais e colaboradores que fizeram e fazem da nossa TV uma referência mundial. Pensamos em algo que ficasse como legado das comemorações e que acompanhasse as tendências atuais, respeitando as regras de distanciamento social”, afirma o presidente da ABERT, Flávio Lara Resende.

    A exposição virtual é mais uma iniciativa do TV ANO 70, projeto do Memória ABERT, que nasceu com o intuito de não deixar de celebrar uma data tão simbólica para o meio.

    Outras ações, como a criação do site do Memória ABERT, campanhas em TV aberta e Internet, encontros online especiais do Papo ABERT, livro sobre a TV Tupi, podcasts e postagens nas redes sociais, complementam as celebrações.

    A exposição tem a curadoria do pesquisador Elmo Francfort em conjunto com o Conselho Curatorial das TVs associadas, confecção artística da Caselúdico, empresa responsável por exposições com grande sucesso de público, e da After Hour Multimídia, que reuniu uma playlist resgatando registros importantes da memória televisiva nacional.

     

    O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, nesta quinta-feira (26), o projeto que define a utilização de parte do saldo remanescente de recursos do leilão da faixa de 700MHz para a digitalização das estações retransmissoras de televisão de prefeituras e, também, para a distribuição de kits de digitalização à população de baixa renda.  

    A aprovação deste projeto atende a um pleito conjunto apresentado pela ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), ABRATEL (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) e ASTRAL (Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas), e beneficiará os moradores de municípios de pequeno porte, cujas localidades dispõem de sinal analógico e de nenhum sinal digital.

    Pelas estimativas da ABERT, cerca de 1.700 municípios devem ser contemplados, abrangendo 24,4 milhões de pessoas, e onde estão registrados 4,66 milhões de famílias beneficiárias dos programas sociais do governo federal.

    A política pública de digitalização da TV aberta tem como um dos principais pilares a manutenção da massificação da recepção do serviço, garantindo à população brasileira, especialmente a de menor poder aquisitivo, o acesso à televisão livre, aberta e gratuita.

    Para o presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, “a política pública aprovada pelo Conselho Diretor da Anatel é acertada e meritória, contribuindo de forma decisiva para que o sinal analógico de televisão seja definitivamente desligado até 2023, sem que qualquer brasileiro deixe de ter acesso à informação, cultura, esporte e entretenimento”.

    Desde 3 de novembro, quando a população do Amapá começou a sofrer com a interrupção do fornecimento de energia, mais uma vez, os meios de comunicação vêm desempenhando um papel fundamental para orientar a comunidade local.


    O rádio ganha destaque neste cenário, por transmitir notícias com credibilidade de forma instantânea, sem a exigência de logística complexa ou custosa na produção de conteúdo.

    Nos três primeiros dias de apagão, as emissoras de TV tiveram que recorrer ao uso de geradores para continuarem no ar. Sem energia elétrica em casa, os amapaenses acompanharam as informações pelos rádios de pilha e equipamentos instalados nos carros.

    “O rádio foi muito importante, porque foi por onde grande parte da população acompanhou a situação e tomou um rumo sobre o que estava acontecendo”, afirma o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Amapá (Sindjor-AP), João Clésio.

    Três dias após o início do problema, quando começou um rodízio no fornecimento de eletricidade, algumas emissoras conseguiram retornar ao ar, mas os veículos locais enfrentaram diversas dificuldades, como a falta de contato com entrevistados, aparelhos celulares descarregados e interrupção no fornecimento de internet.

    Eleições 2020

    O pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá aprovou, na sexta-feira (20), as novas datas para as eleições municipais na capital Macapá, por causa da falta de segurança para a realização da votação.

    O primeiro turno ocorrerá em 6 de dezembro, mas sem prorrogação do prazo de veiculação de propaganda eleitoral gratuita. Caso haja segundo turno, a propaganda eleitoral será autorizada entre os dias 11 e 18, e os macapaenses voltarão às urnas no dia 20 de dezembro.

    O pleito foi realizado normalmente nos outros 15 municípios do estado.

     

    Até 31 de dezembro, último dia útil do ano, todas as concessionárias e permissionárias dos serviços de rádio e TV deverão enviar ao Ministério das Comunicações (MCom) a declaração com a composição do capital social.

    A apresentação do documento é obrigatória também junto aos órgãos de registro comercial ou de registro civil de pessoas jurídicas.

    Um modelo de declaração está disponível para preenchimento no site da ABERT, na área do ‘Jurídico’ (Formulário MCom – Declaração Anual do Capital Social).

    Importante ressaltar que o MCom não recebe documento físico (papel) e as declarações não devem ser enviadas para a ABERT. O peticionamento junto ao MCom deve ser feito eletronicamente, pela própria emissora, por meio do Sistema Eletrônico de Informações - SEI. Já no caso dos órgãos de registro, a forma de envio depende de cada localidade.

    A não apresentação do documento pode resultar em instauração de processo de apuração de infração e aplicação de penalidades.

    Os radiodifusores do Rio Grande do Sul doaram, em 2019, R$ 144 milhões em mídia gratuita em divulgações de ações sociais, realizadas por 225 emissoras de rádio e TV associadas à AGERT.

    Os dados da 17ª edição do Relatório Social da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão foram anunciados pelo presidente da AGERT e vice-presidente da ABERT, Roberto Cervo Melão, na quinta-feira (26), em cerimônia virtual que contou com a presença do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

    “As emissoras cumprem função social relevante na sociedade: informar, integrar, fortalecer nossa identidade e cultura. E agora utilizam as ondas do rádio e da TV para alinhar esforços em uma rede de colaboração em torno de uma pauta de interesse público”, ressaltou.

    O presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, destacou que os números são superlativos e comprovam a importância do associativismo. “É importante que essa experiência exitosa, única no país, seja compartilhada com outros estados, e essa será a missão da ABERT junto às associações estaduais”, afirmou.

    Nesta edição, o relatório social abordou a violência contra a mulher e o feminicídio. Ao apresentar os números, a vice-presidente de Capacitação da AGERT e coordenadora do projeto, Myrna Proença, destacou o papel da imprensa no combate aos crimes contra mulheres. “O relatório é quase um manual para que as emissoras trabalhem a pauta em suas comunidades, em parceria com a Polícia Civil e outras autoridades. Podemos iniciar um grande movimento de mudança em nosso estado, a partir da discussão dessa pauta”, avaliou.

    Segundo a chefe de Polícia do Estado, Nadine Anflor, também participante do evento, no ano passado, 97 mulheres foram vítimas de feminicídio no estado. Destas, mais de 70% não haviam acionado a polícia. Para enfrentar o problema, explicou, não basta implementar delegacias especializadas, mas também capacitar toda a equipe que atua no atendimento inicial às vítimas. Outra estratégia foi criar a Sala das Margaridas, um espaço separado nas unidades policiais, para oferecer respeito e proteção no contato com as mulheres agredidas. “Sabemos que o combate a este crime é um trabalho árduo, mas temos que unir forças e, com certeza, este material servirá de base para discutir com propriedade e pautar este tema”, declarou.

    Doutor em Psiquiatra, Nelio Tombini conclamou a sociedade a dar atenção à saúde mental e também criar espaços de escuta e tratamento a homens agressores. “É preciso olhar para o cenário que envolve o ambiente em que ocorre a violência, o fator emocional que influencia na decisão de manter em silêncio. As mulheres precisam de espaço para se abrir, precisam se sentir seguras e encorajadas a denunciar”, frisou.

    A íntegra do relatório está disponível AQUI

     

     

      SAF Sul Qd 02 Ed Via Esplanada Sl 101 Bl D Brasília - DF CEP:70.070-600

      Email: abert@abert.org.br

      Telefone: (61) 2104-4600

      Telefone: 08009402104

    Image
    Assuntos Legais e Regulatórios
    Image
    Tecnologia
    Image
    Comunicação
    Image
    Parlamentar

    Buscar