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    A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) e a Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro) divulgaram campanha em defesa do valor da propaganda brasileira. O anúncio foi publicado de forma simultânea, nos principais jornais do país, na quarta-feira (9).

    O texto lembra que o Brasil é um dos três principais mercados do setor, graças ao modelo de autorregulamentação e às leis federais, que criam um ambiente ético e propício ao surgimento de empresas e profissionais de destaque.

    Ainda segundo o comunicado, o talento e a criatividade da mídia brasileira ajudaram a fortalecer diversos segmentos da economia nacional, gerando empregos e riquezas.

     

     

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    O IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), órgão ligado ao Ministério do Turismo, incluiu o Memorial da Televisão Brasileira no Cadastro Nacional de Museus (CNM), nos Sistemas Culturais (SNIIC/MinC) e no Registro dos Museus Ibero-Americanos do Programa Ibermuseus.

    Lançado em 27 de novembro, quando a ABERT completou 58 anos de fundação, o Memorial foi criado em homenagem aos 70 anos da TV aberta no Brasil. Com a inclusão pelo IBRAM, a exposição virtual recebeu um selo do CNM, que autentica a importância do Memorial, e passa a ser considerada museu internacional e patrimônio imaterial da cultura brasileira. Importantes instituições museológicas, como, por exemplo, o MASP (Museu de Arte de São Paulo), o MAM (Museu de Arte Moderna), Museu da Língua Portuguesa, Museu do Amanhã e Memorial da América Latina também estão na lista.

    “Recebemos a notícia com enorme alegria. O reconhecimento pelo IBRAM coroa de êxito a iniciativa, que tem como objetivo deixar para o público o legado que a TV brasileira oferece, diariamente, há sete décadas, de forma aberta e gratuita”, afirma o presidente da ABERT, Flávio Lara Resende.

    Na plataforma Museusbr, é possível encontrar informações sobre os museus, coletadas pelo CNM, além de outras atividades desenvolvidas no âmbito do IBRAM.
    Sobre o Memorial da Televisão Brasileira

    O Memorial da Televisão Brasileira é uma grande exposição virtual, interativa, que reproduz as sete décadas da TV aberta no Brasil e que tem por objetivo a expansão do seu conteúdo, atualizando a mostra com as atrações apresentadas pela televisão ao longo dos próximos anos.

    São mais de 1.000 itens, 700 fotos e 28 vídeos, distribuídos em sete salas, numa atmosfera que virtualmente impressiona os olhos de quem acessar o http://memoria.abert.org.br.

    A exposição é de fácil acesso e navegação. Ao percorrer as salas, é possível estar ao lado de Assis Chateaubriand na inauguração da TV Tupi, visitar a Lua em 1969, ver a Taça Jules Rimet, ou ficar bem próximo do carro de Ayrton Senna, entrar num reality-show ou em um cenário criado em computação gráfica. Ao final, uma sala apresenta a grande festa da TV.

    A exposição virtual é mais uma iniciativa do TV ANO 70, projeto do Memória ABERT, que nasceu com o intuito de não deixar de celebrar uma data tão simbólica para o meio.
    Outras ações, como a criação do site do Memória ABERT, campanhas em TV aberta e Internet, encontros online especiais do Papo ABERT, livro sobre a TV Tupi, podcasts e postagens nas redes sociais, complementam as celebrações.

    A exposição tem a curadoria do pesquisador Elmo Francfort em conjunto com o Conselho Curatorial das TVs associadas, confecção artística da Caselúdico, empresa responsável por exposições com grande sucesso de público, e da After Hour Multimídia, que reuniu uma playlist resgatando registros importantes da memória televisiva nacional.

    “O Memorial da Televisão Brasileira é uma homenagem da ABERT aos profissionais e colaboradores que fizeram e fazem da nossa TV uma referência mundial. Pensamos em algo que ficasse como legado das comemorações e que acompanhasse as tendências atuais, respeitando as regras de distanciamento social”, afirma o presidente da ABERT, Flávio Lara Resende.

     

     

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    O espectro de frequências eletromagnéticas será objeto de abordagem do seminário online promovido pela UIT (União Internacional de Telecomunicações), entre os dias 8 e 10 de dezembro.

    O “Uso do espectro e direitos de propriedade: privatização e comercialização do recurso natural e limitado” terá a participação de personalidades internacionais como Agit Pai, presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC, em inglês), principal órgão regulador de comunicações dos Estados Unidos; Philip Marnick, diretor do Grupo de Espectro da Ofcom; Martin Weis, professor da Universidade de Pittsburgh; Stephan Pentland, da Vodafon; e Martin Cave, da UK Gas and Electricity.

    A ABERT, única entidade brasileira de radiodifusão convidada para o debate, estará representada pelo diretor de Televisão, Paulo Ricardo Balduíno. As preocupações, os pontos de vista e a acomodação da radiodifusão serão apresentados por Paulo Ricardo e pelo diretor da União Europeia de Radiodifusão (EBU), Walid Sami.

    “A gerência e uso do espectro estão sujeitos a uma dinâmica de novos conceitos e práticas que acontece com uma velocidade muito grande, com grandes promessas, mas também com riscos igualmente grandes”, alerta Paulo Ricardo.

    Segundo o engenheiro, a radiodifusão tem que ter uma participação muito ativa no processo em curso, sem permitir que seja alijada dessa dinâmica.

    “Não há alternativas. Ou participa, ou participa. Isso significa muito estudo, muita pesquisa, muita reflexão sobre o futuro. Somos presença constante nos fóruns tecnológicos internacionais, com nomes que nos colocam nos pódios das frentes de batalha, como os engenheiros Ana Eliza, Francisco Peres e Luiz Fausto, mas, cada vez mais, nosso grupo fica menor em quantidade, face à multifacetação dos temas e à velocidade dos avanços tecnológicos”, complementa.

    Durante o seminário online, Paulo Ricardo apresentará uma posição crítica com relação ao uso do espectro pela banda larga móvel e uma proposta sobre como equilibrar atribuição e uso em uma abordagem holística.

     

     

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     Na edição anual do prêmio que promove, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) decidiu homenagear a atividade jornalística. A escolha foi feita em decorrência do esforço coletivo de veículos de comunicação para ofertar informação verificada e com credibilidade.

     De acordo com o presidente da entidade, Marcelo Rech, as condições adversas da pandemia afetaram a rotina de jornalistas que, mesmo longe do ambiente das redações, seguiram cumprindo sua missão. Rech destacou ainda que a premiação conceitual se justifica também pelo ambiente de cultivo à desinformação e pelo aumento de ataques, físicos e virtuais, a profissionais de imprensa.

    Criado em 2008, o prêmio costuma ser concedido a pessoas ou instituições dedicadas à defesa da liberdade de imprensa. No ano passado, o vencedor foi o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello.

     

     

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    Uma viagem tridimensional pelas sete décadas da televisão brasileira. Esta foi a proposta do Papo ABERT realizado na terça-feira (1º), que apresentou ao público o Memorial da Televisão Aberta Brasileira, um tributo ao veículo, disponível no memoria.abert.org.br. O entrevistado da vez foi o arquiteto e diretor de arte Marcelo Araújo, o Jackow, da empresa Caselúdico, responsável pela execução do projeto. O curador do ciclo de comemorações dos 70 anos da TV no Brasil, o pesquisador Elmo Francfort, também participou do encontro online.

    Passeando pelos diferentes ambientes, o projeto buscou reconstruir atrações inesquecíveis da dramaturgia, jornalismo, esportes, infantis e programas humorísticos, entre outros. “Buscamos as atrações mais relevantes, emocionantes e de maior audiência, tentando atender a todos os pilares”, explicou Jackow. Foram utilizadas no projeto 700 fotos, 28 vídeos, além de trilhas sonoras que marcaram a TV aberta brasileira.

    Entre as curiosidades, estão uma réplica do carro de Fórmula 1 do piloto Ayrton Senna e a nave em que a apresentadora Xuxa encerrava sua atração matinal diariamente. Também estão presentes os mascotes das emissoras, criados para ajudar os pais a colocar na cama as crianças fascinadas com a programação televisiva. A celebração se encerra com uma festa que reúne ídolos de núcleos e gerações diferentes.

    Mas não foi só o conteúdo da TV que se tornou protagonista do projeto: diversos elementos dos bastidores foram reproduzidos com perfeição. Na década de 1950, por exemplo, é possível ver as marcações de posicionamento dos artistas no chão do estúdio. As câmeras utilizadas também foram recriadas em mínimos detalhes, e acompanham a evolução tecnológica. “A exposição virtual não foi pensada apenas para o público leigo, mas também para preservar o legado de muitos profissionais que achavam que suas histórias iriam se perder”, revela Francfort.

    Ainda no quesito técnico, também houve homenagem ao designer Hans Donner, que em plena década de 1990 agregou uma estética minimalista às vinhetas, aberturas e cenários, característica vista até hoje em diversas emissoras.

    “O Memorial saiu do foco regulatório, que costuma pautar as ações da ABERT, para construir um legado, fazer um resgate histórico. Somos referência mundial em termos de indústria de televisão e não tínhamos nada deste porte e com tamanha organização”, afirmou o diretor geral da ABERT, Cristiano Lobato Flores, responsável pela mediação do evento. Ele acrescentou ainda que o projeto fará um resgate da publicidade e de conteúdo regional ao longo dos anos.

     

     

     

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     A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e a Associação Brasileira de Licenciamento de Marcas e Personagens (ABRAL) deram início à segunda fase da campanha “Com publicidade responsável não se brinca”. A ABERT é uma das organizações apoiadoras da iniciativa.

    As postagens para redes sociais são baseadas nas regras do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), com exemplos práticos de como aplicar as normas no desenvolvimento de campanhas e peças. As mensagens serão divulgadas até 24 de dezembro.

    A primeira edição da campanha foi iniciada em setembro e contou com o apoio de vinte associações.

    “A intenção é mostrar a importância da publicidade ética e responsável, que reforce, entre outros conceitos, os valores sociais positivos, como amizade, urbanidade, honestidade, justiça, generosidade e respeito a pessoas, animais e ao meio ambiente”, afirma Marici Ferreira, presidente da ABRAL.

    “As normas existentes do CONAR não atrapalham a efetividade da comunicação dos produtos, serviços e marcas, e sim agregam valor a eles. Com isso, o consumidor se sente respeitado”, reforça a presidente da ABA, Sandra Martinelli.

     

     

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    Em seminário online promovido pela SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão), na quinta-feira (3), o superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Vinícius Caram, afirmou que a migração da banda C para a banda KU dos canais abertos de TV acessados por antenas parabólicas (TVRO) é a solução mais eficiente em relação ao uso do espectro.

    A solução para a interferência dos serviços 5G nos sinais de TVRO é um dos temas que deverão ser decididos pelo Conselho Diretor da Anatel. Parecer técnico da Agência defende a migração dos canais abertos que hoje operam na banda C para a banda Ku, como propõe a radiodifusão.

    Durante o SET eXPerience, Caram afirmou que outra solução possível, a mitigação da interferência na banda C, pode custar menos, mas é considerada menos eficiente em relação ao uso do espectro. Com a migração, segundo Caram, seriam distribuídos kits de recepção aos domicílios que dependem da recepção por satélite, "permitindo a evolução natural do serviço".

    A engenheira da SET Ana Eliza Faria e Silva destacou que o processo de instalação e sintonia é mais complexo do que o da TV digital terrestre. "Para relembrar, a população de baixa renda seria abarcada na política pública. O processo precisa contemplar a instalação", afirmou.


    Saldo remanescente

    Ainda durante o SET eXPerience, Caram afirmou que a primeira fase de aplicação do saldo remanescente de recursos do leilão da faixa de 700MHz para a conclusão da digitalização da TV será destinada às cidades com 7 mil a 50 mil habitantes. Na segunda fase, com início previsto para maio de 2022, serão contempladas as cidades com menos de 7 mil habitantes.

    Pelas estimativas da ABERT, cerca de 1.700 municípios devem ser contemplados, abrangendo 24,4 milhões de pessoas. Nessas cidades, estão registrados 4,66 milhões de famílias beneficiárias dos programas sociais do governo federal, que receberão kits digitais.

    Segundo o secretário de Radiodifusão do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, na primeira etapa do trabalho, serão recebidos pedidos dos municípios que desejam ser atendidos, para que, na sequência, a Anatel trabalhe na canalização.


    *Com informações de agências

    O Congresso Nacional do Chile aprovou lei que altera a funcionalidade dos aparelhos de telefonia. A partir de agora, todos os celulares comercializados no país deverão ativar o chip que permite a sintonia de emissoras de rádio FM. A medida visa evitar que os consumidores sejam obrigados a utilizar o pacote de dados para ouvir o rádio.

    O presidente da Associação de Radiodifusão do Chile (ARCHI), Eduardo Martínez, declarou a uma emissora local que os fabricantes deverão indicar quais aparelhos possuem chip e quais não possuem. Ele ressalta que as operadores de telefonia do país deverão oferecer benefícios a usuários que queiram mudar o modelo do aparelho para uma versão já equipada com a tecnologia.

    A obrigatoriedade de inserção do chip FM nos celulares fabricados e comercializados no Brasil é uma das principais bandeiras de atuação da ABERT. Para sensibilizar os setores envolvidos para a importância da medida, a Associação lançou, em setembro, a campanha “Smart é ter rádio FM de graça”, composta por quatro spots de 30 segundos cada, banners e dois vídeos também de 30 segundos para as redes sociais.O material continua disponível para as emissoras que desejarem veicular gratuitamente as peças publicitárias.

    Para acessar as peças da campanha, clique AQUI

    O ministro das Comunicações, Fábio Faria, se mostrou sensível ao tema e, durante almoço realizado pela ABERT com a presença de presidentes de associações estaduais de radiodifusão, em setembro, garantiu que trabalhará para assegurar que a população brasileira tenha acesso a celulares com chip FM desbloqueado o mais rápido possível.

    "Nada mais justo que a gente possa dar, tanto para o setor, mas em primeiro lugar, para o cidadão, o rádio no celular, para que as pessoas não precisem comprar dados nem precisem entrar no 3G ou no 4G”, destacou Faria.

     

     

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    O comunicador e pesquisador em negócios de mídia, José Reinaldo Gomes, foi o convidado do AESP Talks, realizado na quarta-feira (2), sobre a realidade e os dilemas da gestão de mídia. O evento virtual teve condução do radialista Marco Moretto e do presidente da entidade, Rodrigo Neves.

    Segundo Gomes, o mercado precisa reconhecer a força do meio rádio. “É dos mais criativos e já se adaptou às múltiplas plataformas. O ouvinte é pauteiro e o rádio registra forte interação nas cidades”, afirmou.

     O ambiente para essa aproximação é propício, acredita. Apesar de mais volátil e menos fiel aos prestadores de serviço, o cliente está disposto a ouvir propostas inovadoras. Para conquistá-lo, no entanto, não basta ter performance, mas também propósito e posicionamento claro.

    A era de transição digital tem sido desgastante para o segmento, defende Gomes, porque coexistem no mercado profissionais adeptos do olho no olho e também os mais jovens, que preferem o contato virtual. A solução, além de tolerância, é estudar os meios e o público consumidor para se adaptar à nova realidade.

    Equilíbrio será a palavra-chave para conduzir os negócios durante o próximo ano, acredita o entrevistado. Algumas estratégias indicadas são criar uma atmosfera positiva, investigar setores com tendência de crescimento, montar equipes diversas e criativas, além de aceitar mudanças de rota nos planejamentos prévios. “Meios de comunicação regional poderão ter êxito, desde que abracem a novidade, a parceria e a tecnologia “, aconselha.

    Para assistir na íntegra acesse AQUI

     

     

    jose reinaldo aesp

     Veículos associados ao Conselho Executivo das Normas-Padrão (CENP) terão novo acesso exclusivo ao Banco de Agências Certificadas, que passou por renovação. A partir de agora, estarão disponíveis mais detalhes sobre agências que possuem Certificação de Qualificação Técnica.

     O acesso às informações será feito via login e senha enviados por e-mail a cada entidade associada. Não-sócios poderão solicitar uma senha de curta duração, para conhecer as vantagens disponíveis.

    Atualmente, o CENP conta com 420 veículos de comunicação associados e 1.100 agências certificadas.

    Para saber mais, clique AQUI

      SAF Sul Qd 02 Ed Via Esplanada Sl 101 Bl D Brasília - DF CEP:70.070-600

      Email: abert@abert.org.br

      Telefone: (61) 2104-4600

      Telefone: 08009402104

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