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    O Congresso Nacional derrubou, nesta quarta-feira (4), o veto presidencial à desoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia, incluindo o de comunicação, rádio e televisão, considerado intensivo gerador de emprego e renda.

    Com a derrubada do veto 26/2020, fica prorrogado, até 31 de dezembro de 2021, o regime de desoneração da folha de pagamento das emissoras, com recolhimento da contribuição previdenciária de 1,5% sobre a receita bruta.

    A manutenção da desoneração acontece após intenso trabalho da ABERT, das associações estaduais de radiodifusão e de outras entidades que formaram uma coalizão na defesa dos 6 milhões de empregos gerados pelos setores.

    “O Congresso Nacional foi, mais uma vez, sensível ao nosso pleito e reconheceu a relevância do setor de radiodifusão como atividade intensiva na geração de mão de obra direta e de qualidade”, afirma o presidente da ABERT, Flávio Lara Resende.

    A ABERT estará em contínuo trabalho para que a radiodifusão siga com a alíquota diferenciada, de modo a contribuir para a geração de emprego em nosso país.


    Veja como os deputados e senadores votaram 
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    A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) lamenta, com profundo pesar, a morte do ator Tom Veiga, ocorrida neste domingo (1º), no Rio de Janeiro (RJ).

    Como intérprete do papagaio Louro José, Tom Veiga atuou por mais de 20 anos na TV, dando vida ao personagem com bom humor, inteligência e alegria.

    A maneira divertida e improvisada de interagir com a apresentadora Ana Maria Braga fez de Tom Veiga, no papel de Louro José, um grande comunicador da programação matutina.

    Neste momento de luto para a radiodifusão, a ABERT presta solidariedade aos familiares, amigos e à apresentadora Ana Maria Braga.

    A radiodifusão do Século XXI estará em debate na próxima quinta-feira (5), durante encontro online promovido pela AIR (Associação Internacional de Radiodifusão). Os desafios em tempos de plataformas e redes sociais terão destaque no painel “Desequilíbrios regulatórios e os prejuízos dos meios nacionais e locais”, que contará com a participação do diretor geral da ABERT, Cristiano Lobato Flores, do jornalista chileno e diretor executivo da rede de TV Megavisión, Patricio Hernández Pérez, e do advogado colombiano e secretário geral da RCN TV, Juan Fernando López.

    “Os governos impõem novas cargas, obrigações e limitações ao rádio e à TV nacionais e locais, enquanto as plataformas digitais e redes sociais ingressam em nossos países sem regulação. O tratamento desigual e discriminatório tem um forte impacto prejudicial sobre a indústria dos meios, colocando em risco a sustentabilidade do setor, o nível de emprego e a criação intelectual”, afirma a AIR.

     

     

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    Ministros e representantes de diversos setores do governo participaram, na segunda-feira (26), da cerimônia de apresentação dos documentos “A Caminho da Era Digital no Brasil” e “Telecomunicações e Radiodifusão no Brasil”, elaborados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Na ocasião, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou que a avaliação das políticas brasileiras de telecomunicações, radiodifusão e de transformação digital é um marco para o aprimoramento do ambiente econômico e institucional brasileiro.

    O chefe da pasta avaliou os dois lados decorrentes da manutenção da lei que regulamenta o segmento desde 1962: se, por um lado, a longevidade do texto deu estabilidade para que o setor se desenvolvesse, por outro, criou assimetrias regulatórias decorrentes do surgimento de novos meios de comunicação, como as plataformas digitais.

    Também participaram do evento o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, e os ministros Braga Netto (Casa Civil), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

    Em sintonia com o propósito de promover a educação midiática, o Instituto Palavra Aberta convidou o médico e escritor Drauzio Varella para refletir sobre o tema “Desinfodemia - combater a desinformação em tempos de pandemia”.

    O encontro virtual, realizado na segunda-feira (26), também contou com a participação da representante da Unesco no Brasil, Marlova Noleto, e teve mediação da presidente do Instituto, Patrícia Blanco.

    Desinfodemia é o termo cunhado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para designar as notícias falsas relacionadas à pandemia de COVID-19.

    Segundo o médico, a maior dificuldade está em instruir os usuários da rede sobre como reconhecer e combater notícias falsas, já que o ambiente digital é relativamente novo, em comparação com outros meios de comunicação. “Ainda existe uma ingenuidade muito grande de pessoas que confiam nas informações que recebem”, alertou.

    Mesmo que tenha potencial para causar danos, a internet mais beneficia do que prejudica, defende Varella, já que as informações falsas correspondem a uma pequena parte de todo o conteúdo disseminado.

    Marlova Noleto destacou o lançamento do relatório “Desinfodemia: decifrar a desinformação sobre a COVID-19”, cujo teor alerta para os riscos do compartilhamento sem verificação prévia e reforça a necessidade de checagem dos dados. “A desinformação pode ter efeitos letais e dificulta a tomada de decisões corretas”, explicou.

    Segundo ela, a potencialização das chamadas fake news compromete os esforços feitos por governos, agentes públicos, além de afetar a credibilidade da imprensa e colocar em risco populações inteiras. “ O Brasil é a terceira maior população do mundo em presença nas redes”, ensinou.

    Varella defendeu ainda que as plataformas digitais também sejam responsabilizadas pelo conteúdo que veiculam. “Se elas estão ganhando dinheiro com essas mensagens que viralizam, são parceiras das fake news”, avalia.

    “O momento é oportuno para que as empresas de comunicação na internet criem mecanismos de transparência e responsabilização, se comprometam com a ética e com políticas de curadoria de conteúdo”, reforçou Marlova.

    Para assistir na íntegra, clique AQUI

     

     

     

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    “É preciso investir em criatividade para aumentar a receita e também enxugar custos para enfrentar a recessão”. O conselho é do economista, matemático e ex-diretor geral da ABERT, Luís Roberto Antonik, durante encontro virtual AESP Talks, na quarta-feira (28).

    Conduzindo o tema Economia Brasileira - Perspectivas para 2021, Antonik mapeou o cenário projetado para os negócios no próximo ano e avaliou os impactos da crise provocada pela pandemia no setor da radiodifusão.

    Bolsa de Valores estagnada, inflação crescente, dólar nas alturas, retração do Produto Interno Bruto (PIB) foram alguns dos índices mencionados no diagnóstico do mercado. “Apostaria em um cenário ruim, até pelo menos o primeiro semestre do ano que vem”, opinou o entrevistado, que destacou ainda que a recuperação será lenta e gradual.

    No que tange o setor de radiodifusão, Antonik aconselhou que as pequenas emissoras procurem bancos de menor porte, que ofereçam taxas de juros mais vantajosas. Ele também sugeriu a adesão ao PIX, ferramenta que promete revolucionar o sistema de pagamentos. “Economize o que puder e corte o que for possível cortar. Não será possível repassar o aumento de custos de forma integral aos clientes”, reforçou.

    O encontro virtual teve mediação do radialista Marco Moretto e participação do presidente da entidade paulista, Rodrigo Neves. Para assistir na íntegra, clique AQUI

     

     

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    “O rádio, no ano de 2020, está mais vital, próspero e talentoso do que nunca. Ele tem uma instantaneidade que ninguém tem.” A constatação é do publicitário Washington Olivetto, em entrevista concedida ao jornalista Fernando Rodrigues, diretor de redação do portal Poder360.

    Para o publicitário, o reconhecimento internacional da publicidade brasileira, considerada uma das melhores do mundo, é consequência da dignidade e da competência da mídia nacional, importância que vem sendo confirmada ao longo de 2020. “Nesse momento, quando pessoas talvez por desconhecimento, por leviandade, falam mal da mídia, elas estão querendo jogar o seu futuro, o futuro dos seus filhos e dos seus maridos numa lata de lixo. Sem a grande mídia, a gente não consegue fazer nada”, afirma.

    Durante a conversa, o publicitário afirmou que as plataformas digitais precisarão se posicionar diante da responsabilização pelo conteúdo veiculado. Segundo ele, até então, as grandes empresas de tecnologia atribuíam essa responsabilidade apenas aos autores das publicações. Porém, diante da pressão mundial, adotaram formas de controlar o repasse de desinformação. “Elas terão que se requintar, se refinar, e mais do que isso: vão ter que se definir como veículo de comunicação, de publicidade ou as duas coisas ao mesmo tempo”, afirma.

     

    Ao longo da conversa, Olivetto abordou ainda questões como a redução de vagas no mercado publicitário, a lógica de metrificação de resultados em mídias digitais e a comunicação relacionada à crise sanitária ao redor do mundo.

    Ganhador de mais de 50 Leões no Festival de Publicidade de Cannes, ele foi nomeado um dos 25 publicitários-chave do mundo pela revista britânica Media International. Também foi eleito duas vezes o publicitário do século pela Associação de Agências Latino Americana (Alap). Seu trabalho inspirou duas canções de Jorge Ben Jor: “Alô, Alô, W / Brasil” e “Engenho de Dentro“.

     

     

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     Fãs de todas as idades acompanharam os momentos que marcaram a carreira da apresentadora do SBT Mara Maravilha, ícone infanto-juvenil que estreou na televisão brasileira na década de 1980. Estrela da edição especial do Papo ABERT sobre Entretenimento na TV, realizado na terça-feira (27), Mara conversou com o jornalista da TV Gazeta e colunista do portal Uol Fernando Oliveira, o Fefito, e com o escritor e pesquisador Elmo Francfort, coordenador do projeto Memória ABERT.

    Na pauta do encontro, saborosos bastidores da trajetória de Mara por diversas emissoras. Dentre as memórias, o início da carreira em programas como Clube do Mickey, Show Maravilha, as participações na TV Tupi e até a passagem pelo jornalístico Aqui e Agora (SBT). “Quando comecei, na TV Itapoan (BA), a câmera ficava apoiada em uma caixa de madeira. Um dia, caiu no chão enquanto estávamos no ar”, se diverte a apresentadora ao relembrar o episódio.

     Sobre os rumos da radiodifusão, a apresentadora acredita que, mesmo diante das mudanças que o mundo enfrenta, a TV aberta sempre terá espaço cativo e valor renovado. Foi por meio dela, afinal, que Mara conviveu com milhares de crianças, o que considera a maior terapia. E lançou um desafio ainda inédito na carreira: “uma experiência nova seria fazer dramaturgia. Por que não?”, questionou.

    Convidado para enriquecer o papo, o jornalista e apresentador Fefito não se conteve: “Eu chorava quando o programa acabava. Minha mãe diz que eu queria me casar com a Mara”, revelou. Quando perguntado sobre quem o influencia na TV brasileira, o repórter destacou a própria Mara, além de Xuxa, Pedro Bial e Serginho Groisman. “Acho Sonia Abrão a maior improvisadora da televisão”, elogiou.

    Francfort destacou que a série de programas em tributo aos 70 anos da TV brasileira também é uma forma de homenagear a todos os profissionais de radiodifusão que atuam nos bastidores, como camareiras, contrarregras, roteiristas, etc., para garantir que a programação entre no ar.

     

    Para assistir na íntegra, acesse AQUI

     

     

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     A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou, nesta segunda-feira (26), a Consulta Pública nº 70 para receber as contribuições à proposta de alteração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Radiodifusão.

    A proposta atende aos novos requisitos técnicos, que possibilitaram, entre outras medidas, a utilização da faixa estendida para inclusão de novos canais FM no plano básico.

    A medida visa possibilitar a conclusão do processo de migração das rádios AM para FM, iniciado em 2014, com a inclusão de 365 canais no plano.
    As contribuições devem ser encaminhadas pelo Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública (SACP), disponível na página da Anatel na internet (http://www.anatel.gov.br) até as 23h59 do dia 9 de novembro de 2020.

     

     

     

     

    O presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, realizou a palestra de abertura do evento Um dia pela Democracia, realizado pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDConst), nesta segunda-feira (26). O ciclo virtual de debates reunirá, ao longo do dia, referências dos universos jurídico e econômico, como o ministro da Economia Paulo Guedes e os ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia e Luis Roberto Barroso, além do ex-ministro Nelson Jobim.

    Durante a participação, Lara Resende ressaltou que a imprensa merece vigilância constante da sociedade. “É imperioso debatermos medidas que possam proteger e revigorar os meios de produção e de suporte ao jornalismo, que é uma atividade essencial à constituição da cidadania e à construção da democracia”, afirmou o presidente da ABERT.

    Segundo ele, o poder e a influência de grupos internacionais de tecnologia revelam violações à privacidade, abusos de poder econômico e disseminação de informações falsas. “Essa realidade acarreta danos concretos a grandes democracias pelo mundo, com poder de influenciar a política, a economia, a organização social, a soberania e a cultura dos países”, disse ele.

    Muitos casos como esses, prosseguiu Lara, recorrem ao falso manto da liberdade de expressão e da livre manifestação de pensamento. Para remediar esses danos à democracia, as emissoras de rádio e televisão oferecem uma ferramenta relevante e indispensável para a sociedade: o jornalismo profissional. “A imprensa é a informação e a opinião editadas e certificadas, exercidas com responsabilidade, inclusive civil e criminal”, afirmou.

    Prova disso é que, durante a pandemia causada pelo novo coronavírus, a radiodifusão foi considerada, por meio de decreto presidencial, atividade essencial à população. “Nossa Constituição estabelece que a programação das emissoras de rádio e televisão deverão sempre buscar as finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas, além de promover, de maneira livre é gratuita, a cultura nacional e o respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família”, afirmou o presidente da Associação.

     

     

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      Telefone: (61) 2104-4600

      Telefone: 08009402104

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