AIR defende tratado internacional para proteger contéudo das emissoras do uso ilegal na internet
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Diversidade e pluralidade são características do mercado de comunicação no Brasil, que supera inclusive realidades de países desenvolvidos, defendeu o vice-presidente de Relações Institucionais das Organizações Globo, Paulo Tonet Camargo, durante exposição a representantes de 20 países que participaram da 43ª Assembleia Geral da AIR.
O relatório sobre liberdade de imprensa da Abert foi divulgado durante a 43ª Assembleia Geral da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR). O documento registra 136 casos de violação à atividade de jornalistas e de veículos de comunicação no país, um aumento de 2,5 vezes em relação ao registrado em 2012 (51 casos).
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) condenou iniciativas de governos que afetam a independência dos veículos de comunicação e o livre exercício da imprensa em países como Argentina, Equador, Uruguai, e Venezuela, durante a 43º assembleia geral da entidade, que terminou nesta quinta-feira, 17, no Rio de Janeiro.
Todas as emissoras de rádio devem enviar mensalmente ao Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), até o 5º dia de cada mês, a relação das músicas executadas em sua programação, em conformidade com disposição prevista na Lei de Direitos Autorais.
O advogado e vice-presidente de Relações Governamentais do Grupo RBS, Alexandre Jobim, foi eleito nesta quarta-feira, 16, presidente da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) para o biênio 2013-2014.
A eleição ocorreu durante a 43ª Assembleia Geral da AIR, que termina nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro. Representantes de emissoras comerciais de 21 países discutem desde domingo temas como liberdade de expressão e convergência tecnológica.
Jobim assume a entidade, que reúne 15 mil emissoras de rádio e televisão nas três Américas, no momento em que a liberdade de expressão está sob ameaça em países como Argentina, Venezuela, Equador e México.
- Esses países sempre tiveram tradição democrática, mas vivem um momento nefasto em relação às garantias de liberdade, não apenas monitoramento, mas ação contra a liberdade e o bom jornalismo – afirma.
Na opinião de Jobim, que é conselheiro da Abert, o aumento da violência contra jornalistas e veículos de comunicação no Brasil é um ciclo.
- Esse ciclo, no mínimo, nos trouxe um aprendizado importante: de que nós não temos a estabilidade política e de liberdade que achávamos que tínhamos. O que é claro é que a liberdade de expressão precisa da gente tanto quanto nós precisamos dela, não podemos retroceder – afirma.
Alexandre Jobim sucede o chileno Luis Pardo Saínz no comando da entidade, que 22 anos atrás foi presidida pelo brasileiro Luiz Eduardo Borgerth.
Assessoria de Comunicação Abert - AIR
Representantes de emissoras de rádio e televisão de países das Américas lamentaram atitudes de governos e leis instituídas com o objetivo de interferir na livre atuação da imprensa no continente.
Jornalistas e empresas de comunicação sofrem com assassinatos, agressões e censura judicial, e, em muitos casos, são alvos do crime organizado e do narcotráfico.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou que a presidente Dilma Rousseff assinará o decreto da migração do rádio AM no próximo dia 7 de novembro, data comemorativa da profissão de radialista.
A 43ª Assembleia Internacional de Radiodifusão (AIR) foi aberta na noite desta segunda-feira, 14, em cerimônia que reuniu autoridades, representantes de emissoras de rádio e televisão de 21 países das Américas e jornalistas, no Rio de Janeiro. Estiveram presentes o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o governador do Estado, Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes.
Brasília – “As grandes nações democráticas tem em comum uma imprensa livre, com sua capacidade de crítica preservada e seu trabalho respeitado e respaldado pela sociedade”, afirmou nesta segunda-feira (14), o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.
Termina na segunda-feira, 14, o prazo para manifestações contra o cancelamento de processos licitatórios referentes à prestação de serviços de geração de televisão (acesse aqui o despacho do Ministério das Comunicações).
No total, o MiniCom revogou 21 licitações em 15 estados. Os editais que abriram as concorrências revogadas são do período entre 1997 e 2010.